Arquivo da Categoria "Distopia"

RESENHA SEGUINTE | “A Herdeira” – Kiera Cass

Postado por Dani Alves em 28/07/2015

Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 390
Classificação: 3.5/5 estrelas

A Herdeira desde o início me trouxe um misto de sensações. Por um lado o livro surgiu como uma inesperada sequência a uma série que adoro, mas por outro lado não seria mais Maxon e America. Ainda que seja um foco maior nos filhos do casal, não deixa de ser uma leitura agridoce.

Não sei se alguém sabe o que procura até encontrar.

Tudo se passa vinte anos após os acontecimentos finais de A Escolha e o casal, agora reis, possuem quatro filhos; Eadlyn é herdeira e sucessora do trono por nascer alguns minutos antes de seu irmão gêmeo, Ahren, e em vários pontos ela lembra America com sua teimosia e personalidade forte. Com seus planos girando em torno do que quer para si e sua família, seu mundo é abalado quando algo acontece com Illéa e as responsabilidades começam a pesar, levando seus planos por água abaixo.

E então chegou o momento de uma nova seleção, e apesar de ser contra, Eadlyn faz um acordo com seu pai e coloca uma data limite ao evento. Se em três meses não encontrar sua outra metade, a seleção não terá um vencedor. Com isso em mente, trinta e cinco pretendentes são escolhidos e Eadlyn, assim como aconteceu com sua mãe, percebe que não é tão fácil escolher entre dar uma chance para o imprevisível, e dessa vez cada uma de suas decisões pode colocar todo o reinado em risco.

RESENHA ROCCO | “A Menina Que Tinha Dons” – M. R. Carey

Postado por Gabrielle em 20/07/2015

Autora: M. R. Carey
Editora: Rocco Fábrica231
Páginas: 384
Classificação: 4/5 estrelas

Mais uma vez nos encontramos em um cenário apocalíptico, onde uma espécie de fungo dizimou a sociedade como conhecemos e transformou humanos em mortos vivos, sedentos por carne. Talvez a grande diferença de A Menina Que Tinha Dons seja realmente que escreveu o livro. M.R. Carey já era bem conhecido por seus trabalhos em HQs de “X-Men”, “Quarteto Fantástico” e “Hellblazer”, então quando decidiu escrever tal livro ele encontrou um terreno fértil de leitores que já adoravam sua escrita. E agora, após terminar a história, posso concordar: o cara tem talento!

Nesse futuro pós-apocalíptico conhecemos um pequeno grupo de sobreviventes que luta pela vida e pela cura dentro de uma base militar. É lá que vivem a menina Melanie e seus amigos, mantidos presos e isolados em celas individuais. Considerada especial pelos professores e pesquisadores da base, Melanie sonha em conhecer o mundo exterior, sem desconfiar que esse está prestes a se mostrar em toda sua selvageria.

— Esta é a Pandora – disse a Srta. Justineau. — Ela era uma mulher maravilhosa. Todos os deuses a abençoaram e lhe deram dons. É isso que seu nome significa… ‘A menina com todos os dons.’

RESENHA ROCCO | “Insurgente” – Veronica Roth

Postado por Gabrielle em 05/05/2015

Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Classificação: 4/5 estrelas

Antes de mais nada, se você não leu Divergente, não leia essa resenha, contêm spoilers.

Em Divergente, Veronica Roth   nos  surpreendeu  com uma distopia com tudo que tem direito: romance, guerra, crueldade. No segundo volume de sua trilogia, a dose é em dobro e buracos deixados no primeiro volume são preenchidos.

Como um animal selvagem, a verdade é poderosa demais para permanecer enjaulada.

Após todos as escolhas feitas por Tris, elas finalmente vêm cobrar seu preço e trazer sequelas. Mas a guerra acabou de começar e não há tempo para Tris lamber suas feridas. Junto a Tobias, seus amigos e o que restou de sua família, seu irmão Caleb, ela deve se aliar a pessoas e facções que possam ajuda=la e o que sobrou dos Abnegados e Corajosos. Mas em meio a guerra e ao desespero, velhas inimizades podem ser sua única chance de salvação quando a pessoa que mais ama a traí.

RESENHA SEGUINTE | “Rainha Vermelha” – Victoria Aveyard

Postado por Gabriela em 07/04/2015

Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte 
Páginas:
 419
Classificação:
4/5 estrelas

Nesta nova distopia o mundo é governado pelos Prateados –  uma elite que compara-se aos deuses em poder. Por ter um sangue “especial”, eles acreditam que podem mandar e desprezar os Vermelhos, pessoas normais de sangue comum que vivem em extrema pobreza, obrigados a lutar em uma guerra que não é deles. E é esse o destino dos irmãos de Mare Barrow e em breve o seu também.

Erga-se, vermelha como a aurora.

Mare é uma Vermelha, assim como todos de sua família. Seus irmãos mais velhos estão todos na guerra e ela sabe que esse será seu futuro, afinal, ela não possui nenhum emprego. Sem seus irmãos para ajudar de alguma forma em casa, ela se sente na obrigação de roubar para alimentar a sua família. Porém, tudo muda quando Kilorn –- seu amigo de infância – perde seu emprego e terá de ser enviado a guerra junto com os outros. Mare não aceita isso e decide abandonar tudo por ele.

No entanto, nada é tão simples assim. Mare acaba conhecendo Cal, que lhe dá um emprego no palácio. Onde, surpreendentemente, Mare descobre que tem poderes assim como os Prateados. Mas como isso é possível se ela é apenas uma Vermelha? Em paralelo aos seus problemas, uma revolução está se formando. É outra guerra, mas dessa ver os Vermelhos vão lutar por si mesmos, em busca de algo melhor, de dignidade. E logo Mare, com suas habilidades incomuns, se torna o centro de tudo, um peão em um jogo de deuses.

Luta pelos que vieram antes para salvar os que ainda virão.

[RESENHA INTRÍNSECA] “Endgame: O Chamado” — James Frey e Nils Johnson-Shelton

Postado por Emanuel em 10/02/2015

Autores: James Frey e Nils Johnson-Shelton
Editora: Intrínseca
Páginas: 
504
Classificação:
 4,5/5 estrelas

UAU! Logo que li a sinopse desse livro e pesquisei um pouco mais sobre ele, pensei: preciso ler este livro! Endgame: O Chamado me chamou a atenção não só pelo fato de ter uma premissa totalmente inovadora, ele também vem acompanhado de características que o tornam uma saga para se apaixonar. Para incrementar minhas expectativas, o autor James Frey é o fundador e CEO da Full Fathom Five, a responsável pela série Os Legados de Lorien, que é outra grande série que estou louco para conhecer e sou super fã da adaptação.

A vida não é o mesmo que a morte. Você deveria ver. Isto é o Endgame.

Talvez você os conheça por outros nomes, mas o Povo do Céu há milhares de anos criaram a humanidade, as doze primeiras linhagens que deram origem às nossas antigas civilizações. Depois de instruí-los, as divindades foram embora, prometendo voltar e quando isso ocorresse eles dariam início ao Endgame. O Endgame não é somente um jogo, é o Jogo que determinará o futuro da humanidade.

Baseados nessa promessa, as linhagens preparam os Jogadores para serem extremamente letais e espertos, aquele que conseguir desvendar os enigmas e achar as três chaves será o vencedor. Mas os Jogadores logo descobrem que o Jogo é muito mais perigoso do que eles imaginavam.

Com medo por ela, com medo por si. Com medo porque não consegue parar de pensar que um desses dois Jogadores vai morrer.