Jeaniene Frost revelou em seu blog um trecho do primeiro livro de Night Prince, saga focada no personagem Vlad de Night Huntress, Once Burned. O livro tem previsão de lançamento para 26 de junho de 2012. Lembrando que no Brasil, a saga é lançada através da editora Novo Século. Confira a sinopse e o trecho (ambos traduzidos pelo site Sucker For Vampires):

Ela é uma mortal com poderes obscuros…

Depois que um trágico acidente deixou cicatrizes em seu corpo e destruiu os sonhos dela, Leila nunca imaginou que o pior ainda estava por vir: poderes aterrorizadores que permitem-na canalizar eletricidade e aprender os segredos mais negros de uma pessoa através de um simples toque. Leila está amaldiçoada com uma vida de solidão… até criaturas da noite a sequestrarem, forçando-a a alcançar, através um telepático pedido de socorro, o mais infame vampiro…

Ele é o príncipe da noite…

Vlad Tepesh inspirou a maior de todas as lendas de vampiro – mas o que quer que você faça, não o chamde de Drácula. A habilidade de Vlad de controlar fogo faz dele um dos mais temidos vampiros da existência, mas seus inimigos encontraram uma nova arma contra ele – uma linda mortal com poderes compatíveis aos dele. Quando Vlad e Leila se encontram, no entanto, paixão inflama entre eles, ameaçando consumir ambos. Será necessário tudo que eles são para parar uma intenção do inimigo de acabar com eles em chamas.

A palavra “casa” não começava a fazer justiça à estrutura branca e cinza na minha frente. Eu realmente tive que inclinar a cabeça para trás para ver todo o caminho até o telhado. Eram pelo menos quatro andares de altura, com pisos adicionais sobre as torres triangulares que se erguiam de forma dramática em cada canto. Uma miríade de esculturas decorava o exterior, desde varandas complexas na frente de amplas janelas até gárgulas de pedra que olhavam para baixo de seus puleiros. Eles não eram os únicos sentinelas deste palácio de aspecto gótico; pelo menos uma dúzia de pessoas estavam paradas em vários pontos ao redor da casa, algumas permanecendo tão imóveis que, à primeira vista, eu pensei que eles eram estátuas também. Um muro alto de pedra com torres de vigia ocupadas cercavam a propriedade. Atrás dele e dos arredores da floresta, montanhas cinzentas agiam como uma barreira natural, aumentando a sensação de imponência do lugar.
“Leila”.
A voz de Vlad trouxe a minha atenção de volta para ele. Ele não se preocupou em esconder o seu sorriso conforme olhou para os meus pés.
“Você não quer vir para dentro antes de pegar um resfriado?”
Eu segui o seu olhar como se eu precisasse de uma prova que eu estava de pé descalço no chão gelado. Eu tinha esquecido do frio, sendo tão distraída pelo esplendor em torno de mim, mas agora afiadas agulhas de dor fincavam meus pés.
“Estou indo”, eu disse de uma vez.
Duas enormes portas duplas abriram e Vlad entrou através delas, acenando para os homens que se curvaram para ele assim que ele passou. Desta vez, o gesto obsequioso não pareceu fora de contexto. Qualquer pessoa que vivesse em um palácio como esse esperaria que curvassem-se para si. Inferno, ele era maior do que alguns castelos reais que eu tinha visto na TV.
Eu segui atrás dele, incapaz de não olhar ao redor como uma criança. Estávamos dentro de um enorme corredor com tetos que eram decorados com vigas artesanais, frescos e escudos. Para a direita, o teto rebaixava e se tornava uma cúpula de vidro. Abaixo dela, um jardim interior com plantas e flores era organizado em torno de cadeiras, sofás, e uma fonte de mármore.
Vlad caminhou pelo jardim e eu segui, vislumbrando mais dos magníficos cômodos conforme continuamos pelo corredor principal. Finalmente, ele parou na frente de uma escada.
“Maximus irá mostrar-lhe o seu quarto”, afirmou Vlad. Ele se virou e começou a se afastar, mas o meu “Espere!” o deteve.
“Eu não posso tomar banho até que eu libere todo o excesso de minha eletricidade”, eu disse com um encolher de ombros. ”Não imagino que você tenha algum pára-raios aqui?”
“Eu vou conseguir alguns”, respondeu ele, aproximando-se. ”Até então, use-me.”
“Eu posso encontrar outra coisa,” eu enrolei.
Uma sobrancelha se arqueou. ”Eu insisto.”
Ele segurou minha mão com aquelas palavras. Seus olhos cor de cobre olharam para os meus, silenciando o meu próximo protesto antes de verbalizá-lo. Ele estava tão perto que eu imaginei que eu podia sentir seu calor incomum no espaço escasso entre nós. O calor da sua mão era certamente real. Parecia deslizar dentro da minha pele, me provocando com as memórias de como era ser envolvida em seu abraço, aquele corpo quente e rígido pressionado ao longo de cada centímetro de mim.
Eu limpei a garganta para me distrair do aperto inesperado de certas partes mais abaixo. Não ajudou que ele acariciou minha pele enquanto esperava pela minha resposta, até aquele pequeno toque enviando formigamentos até de mim.
“Você tem certeza?” Eu tinha que me drenar para que fosse eficaz, e embora ele fosse à prova de fogo, ainda podia doer.
Ele se inclinou para baixo, seus longos cabelos roçando no meu rosto. Aqueles fios escuros não deviam ter parecido como carícias provocativas, mas eles pareceram e, novamente, eu amaldiçoei minha reação estranha à ele.
“Eu nunca faço nada a não ser que eu tenha certeza.”
Sua voz estava mais baixa, e seus dedos apertavam minha mão. Um raio que eu não tinha intenção de enviar deslizou até ele, mas ele pareceu não se importar. Em vez disso, um sorriso lento espalhou-se em seus lábios.
“Mais”.

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Publicado em 27/12/2011
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Comentários
  1. Amy disse:

    Parece bem bom ‘-‘
    pela palhinha…gostei bastante.
    beijos

    Amy

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