Ken Kratz, o ex-promotor que atuou no caso de Steven Avery, agora conhecido em todo o mundo após sua história ser retratada em “Making a Murderer”, disse em entrevista que escreverá um livro em resposta  à série transmitida pelo Netflix.

Produzido ao longo de dez anos por Laura Ricciardi e Moira Demos, a série acompanha um americano de Manitowoc, Wisconsin, e sua história real. Avery foi preso durante 18 anos acusado de um crime de estupro do qual sempre se declarou inocente. Quando finalmente conseguiu provar que não era culpado, graças a um exame de DNA, ele foi solto, virou notícia de TV, processou o Estado e estava prestes a receber uma bela quantia em dinheiro quando tornou-se o principal suspeito do assassinato da jornalista e fotógrafa Teresa Halbach.

Por dez anos, eu escolhi não escrever um livro, escolhi não fazer nada público. Mas, porque a série documental levantou todas essas questões incendiárias, alguém tem que fazer alguma coisa. Alguém tem que fazer algo não só pelos policiais, promotores e pelo sistema criminal, mas obviamente pela vítima“, disse Kratz, em referência à fotógrafa Teresa Halbach. Agora, o promotor promete escrever um livro em quatro meses para expor pontos que foram deixados de lado no documentário.

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Publicado em 28/01/2016
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