Autora: Kristen Proby
Editora: Charme
Páginas:
400
Classificação:
3.5/5 estrelas

O segundo livro da série With Me in Seattle gira em torno de uma personagem que marcou presença no livro anterior: Jules Montgomery, a melhor amiga de Natalie.

Jules  é uma garota que tenta seguir as regras, na medida do possível, e a principal delas, e com mais chance de quebrar, é ficar longe de homens sexies, tatuados e motoqueiros. Principalmente se ele for seu chefe, já que isso também quebraria algumas regras da empresa onde trabalha.

Quero apenas ser eu mesma.

Porém, isso está longe de ser um impedimento para Nate McKenna. Ele sente que a química entre ele e Jules está cada vez mais intensa e não pode ignorá-la. Ele quer Jules e vai tê-la. E como ele não é o tipo de homem que entra numa briga para perder, Jules está prestes a deixar cair todas suas regras diretamente para a cama de seu chefe.

E enquanto ficamos nesse estica e puxa, com quase metade do livro envolvendo sexo e novas posições — kama sutra que se cuide-, mais uma vez me encontrei perdida por personagens tão queridos. É muito complicado não pegar carinho por eles e pela história, ainda que ela não seja inesquecível — tanto que eu ja havia lido Luta Comigo há algum tempo e não lembrava bulhufas do que acontece, com excessão da apradavya, isso a gente não esquece, seja ficção ou nao.

A ligação fraternal entre todos é a grande jogada da autora, a cada pagina me apeguei mais e mais ao ponto de me sentir parte dessa grande família e essa é uma das razões para que eu devore os livros dessa série: eu quero saber sobre todos e ver cada um deles encontrar a cara metade, se isso acontecer de uma forma divertida e leve, então melhor ainda.

E aos trancos e barrancos, a autora melhora sua escrita, eu diria que os dois primeiros livros de With Me In Seattle são os mais fracos e a cada livro é perceptível os retoques, Kristen deixa de apelar para o sexo (sexo pode até ser bom, mas se for para ler só sobre isso indico um filme erótico, que não pega mais de duas horas do seu tempo) para desenvolver tramas melhores.

Você não estava lá para mim. Você não lutou comigo, por nós.

Não que Luta Comigo possa ser apontado como um livro ruim, seu começo é leve e divertido, e a leitura flui que é uma maravilha enquanto eu aguardava o drama chegar — porque tem que ter um, vamos combinar –, e quando ele aparece, mesmo que se mostre exagerado, sem nexo, facilmente entrei no clima, como boa noveleira que já fui, mas todas essas características provam que esse livro está longe de ser a autora em seu melhor. Ainda que um relacionamento proibido com um chefe caliente, sonho de centenas de mulheres, não seja algo de se jogar fora, leia esse livro com a certeza que algo melhor está por vir.

É só você, Julianne. Sempre será somente você.

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Publicado em 11/02/2016
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