Não se iluda! Este não é um manual que vai transformá-la em uma mulher bem resolvida da noite para o dia. Sinto muito se essa era a sua intenção. A ideia é fazer você perceber que existem outras maneiras de enxergar e vivenciar a vida, mais originais e divertidas. O fato de você estar louca para ler este livro também não a faz uma mulher mal resolvida, alguém que precisa de lições para aprender como lidar com as situações mais diversas. Principalmente porque, antes de tudo, somos mulheres, e mesmo as mais bem resolvidas têm seus momentos de dúvida e desilusão, não é mesmo? Este livro é um bate-papo sincero, que não pretende impor posições ou criar estereótipos. São apenas os pontos de vista de alguém que adora tagarelar sobre a alma feminina. Você pode concordar ou discordar como sempre acontece em uma roda de amigos…

O número de divórcios cresce a cada ano no mundo, e o Brasil acompanha esta estatística. As pessoas se casam menos, e o casamento passa a ser visto como ultrapassado. Usando como base a experiência que adquiriu ao resgatar inúmeros relacionamentos de situações de crise, Dr. Luiz Cuschnir propõe uma nova perspectiva para a união matrimonial. Levando em consideração as mudanças de rotina da vida contemporânea, ele apresenta uma maneira mais atual de enxergar o casamento e demonstra que é possível mantê-lo saudável, mesmo em tempos de grande individualismo. Ainda vale a pena é um verdadeiro manual para os novos homens e as novas mulheres que querem investir em uma relação a dois. O que importa, salienta o autor, é o amor. Temas como dedicação ao trabalho, o sexo, a opção pela maternidade, as diferentes prioridades e opiniões podem ser resolvidos com um bom diálogo e respeito mútuo. A monotonia do relacionamento, assim como o amor, é uma escolha e só depende de você para ser contornada. Se o amor existe, o convívio saudável é plenamente possível.

 

Só agora, 70 anos depois, começamos a superar a ordem estabelecida ao final da 2ª Guerra – um conflito de imenso peso na memória coletiva de muitos povos e países não só pelo seu papel central na construção do mundo que vivemos mas, também – ou sobretudo – pelos episódios aterradores de extermínio em massa, o horror dos totalitarismos, a inigualada destruição de populações civis e a arma do fim da humanidade, a bomba atômica. Se para alguns a participação brasileira foi simbólica ou de menor peso nos eventos puramente militares, isso em nada muda a importância, a coragem e o sacrifício pessoais dos soldados brasileiros, enviados à morte muitas vezes sem preparo, treinamento, equipamento e comandantes competentes num país distante e numa situação de difícil compreensão. A contrário, essas circunstâncias reforçam o brio que demonstraram. São duas perspectivas completamente distintas, a da participação do indivíduo e a da projeção histórica do acontecimento. É profundamente triste constatar quantos analistas no Brasil não sabem, ou não quiseram, separar uma coisa da outra.

 

O agente secreto americano Ethan Burke chega à aparentemente pacata cidade de Wayward Pines, em Idaho, Estados Unidos, com a missão de descobrir o que ocorreu com dois de seus colegas, que sumiram sem deixar rastro. Mas, ao chegar, Burke se envolve em um violento acidente de carro e acorda, dias depois, em um hospital da cidade sem sua carteira, seu celular e a pasta que continha os papéis secretos que o levaram até a região. Sem nenhum documento que confirme sua identidade, o agente não convence os moradores da cidade de que é quem diz ser. Para piorar a situação, ele não consegue contatar sua mulher e filho. Rapidamente, Burke percebe que nem tudo é o que parece ser em Wayward Pines e que o cenário bucólico do lugar esconde algo sinistro. A fértil imaginação do autor best-seller Blake Crouch é a responsável por essa instigante história que virou série de TV do canal por assinatura Fox, produzida e dirigida pelo cultuado cineasta M. Night Shyamalan (diretor de Sexto Sentido, entre outros sucessos de Hollywood) e estrelada por Matt Dillon, Melissa Leo, Terrence Howard e Juliette Lewis.

 

O palestrante internacional Stan Toler apresenta práticas e métodos que vencerão a ansiedade e as dificuldades que encontramos em nosso dia a dia. Deus sempre age no tempo certo. Podemos dizer que ele está em um fuso horário diferente do nosso. Então, devemos lembrar: “Deus Nunca se atrasa”. Se a ordem dos fatos não ocorreu exatamente como você esperava é porque deveria acontecer de outra maneira. Deus é onisciente e podemos confiar Nele. Neste livro, aprenderemos a ver a ansiedade de outra forma, a controlar nossas atitudes e a evitar exageros que atrapalham nossas conquistas. Normalmente, nossa falta de paciência nos impede de desfrutar das conquistas e das realizações. Por isso, aprendamos a controlar a ansiedade e a viver melhor. Isto é o que Deus espera de nós.

 

Ao ler Dez, nota dez! Eu sou Carlos Imperial, o leitor conhecerá a movimentada vida de Carlos Imperial, o ogro midiático que bagunçou a vida cultural brasileira. Autoproclamado “rei da pilantragem”, Imperial usava de todos os artifícios para promover as musicas que compunha. as peças que produzia, os filmes que dirigia e os artistas que lançava. Nomes como Erasmo Carlos, Paulo Silvino, Wilson Simonal, Elis Regina e Roberto Carlos contaram com o toque do grande descobridor de talentos em suas carreiras. Com um texto envolvente, produzido depois de seis anos de pesquisa e cerca de 200 entrevistas, Dez, nota! Eu sou Carlos Imperial revela em cada página as alegrias, dramas, perspicácia e toda a irreverência do homem que fez da polêmica uma das matérias-primas de sua dinâmica carreira.

 

Em 1850, a aridez do Meio Oeste americano castiga quem se aventura pela selvagem e inóspita região. No entanto, Mary Cuddy, uma corajosa professora, se candidata a transportar três mulheres, consideradas loucas, do Estado de Nebraska até uma paróquia no leste do país, onde poderão ser acolhidas e tratadas devidamente. Mas sua bravura não será suficiente e, para cumprir tal tarefa e atravessar em segurança o oeste dos Estados Unidos, ela precisará convencer um guia a escoltá-las. O único que aceita a missão é o velho George Briggs. A dura e perigosa jornada, enfrentando bandos de índios e fortes tempestades de neve, entre outras intempéries pelo caminho, irá promover uma relação inusitada entre a honrada Mary e o, aparentemente, insensível renegado. A saga, colorida com tintas históricas e que resgatam o papel da mulher solteira nos EUA do fim do século XIX, cativou o ator e diretor hollywoodiano Tommy Lee Jones, que filmou a sua versão dessa história de Glendon Swarthout— estrelada por ele, Hillary Swank e Meryl Streep. O filme foi selecionado para a mostra competitiva do prestigiado Festival de Cannes, em 2014.

 

Desde os vinhedos de Salerno, na Itália, até a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, a história real daquela que foi considerada a maior cafetina do país, Eny Cezarino, percorre os séculos XIX e XX. Contrariando o desejo de seus pais, que a criaram para ser uma respeitada dama e se casar bem — como se dizia antigamente —, a paulistana Eny tornou-se a proprietária de um dos mais famosos bordéis do Brasil, que teve seu auge entre as décadas de 1960 e 1970. Esse curioso paradoxo é contado de forma romanceada pelo jornalista Lucius de Mello, que, com uma prosa fundamentada em entrevistas, material iconográfico e em jornais e revistas, apresenta com riqueza de detalhes a trajetória da “Casa da Eny” — como era conhecido o bordel dessa famosa personagem de alcova. Belas garotas, com seus “corpos violão”, e homens célebres, entre eles artistas, empresários, políticos e até religiosos, circularam pelos salões, quartos e festas do endereço luxurioso e fizeram a fama do lugar, cujo cotidiano e segredos são revelados em Eny e o Grande Bordel Brasileiro.

 

Bolonha, Mauro Maurício, Nêgo Jaime, Júnior, Dona Néia e Sebastião são heróis e anti-heróis que Ferréz criou para histórias curtas que apresentou em palestras e saraus realizados nas periferias brasileiras e também em grandes festivais literários no Brasil e no exterior. Neste livro inédito, o escritor mais emblemático da chamada literatura marginal transforma estas breves histórias em contos. A linguagem ágil, próxima à do rap, transforma-se em literatura. Os “causos” urbanos do cotidiano rude das cidades compõem em Os Ricos Também Morrem um mosaico do Brasil real. Para os fãs da verve ácida, direta e reta desse autor reconhecido em todo o mundo, este livro dá o recado: as injustiças e a desesperança moram ao lado e não do outro lado do Atlântico.

 

 

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Publicado em 26/03/2015
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