Autora: Julie Johson
Editora: Julie Johson
Páginas: 310
Classificação: 5/5 estrelas

Brooklyn Turner perdeu sua mãe quando criança – assassinada com crueldade em sua frente ao ser assaltada. Não satisfeito com isso, o ladrão rouba o carro e leva a pobre criança junto com ele, e depois acabam sofrendo um acidente. Sem saber quem era seu pai, ao encontra-lo descobre que ele é “podre de rico” e isso lhe deu uma infância sem pai que se importava mais com os negócios do que com a filha.

Sua sorte foi ter encontrado uma grande amiga na escola, Lexi (que linda coincidência, o mesmo nome da melhor amiga de Stefan, em The Vampire Diaries). Mesmo não sabendo nada sobre o passado de Brooklyn, Lexi a ajudou de todas as formas possíveis. No momento atual de Like Gravity, elas estão na faculdade. Porém Brooklyn não se importa com nada e ninguém, depois de toda a infância e adolescência traumática ela apenas foge quando está assustada e dorme com qualquer cara que vê pela frente para se esquecer de seus problemas.

Não havia um band-aid especial que eu poderia colocar no meu coração, nenhuma cola mágica que eu poderia usar para me fazer inteira de novo.

O que ela não esperava era conhecer Finn. E odiá-lo e instantaneamente mudar de ideia instantaneamente. Finn é um líder de uma banda e tem muitas fãs além de uma grande reputação atrás de si. Não há ninguém que ele não consiga. No entanto, dessa vez ele deseja uma mulher que não o quer. E o problema é que ambos sabem que o relacionamento entre eles envolve muito mais do que química. Será que ambos serão corajosos o suficiente para deixarem acontecer?

Brooklyn não é aquela heroína que conhecemos. Ela tem medo da vida, odeia ter que acordar todos os dias e foge quando vê que não está dando certo. Ela se esconde atrás da bebida e do sexo sem compromisso. Ainda há alguma esperança nela graças a sua amiga, mas se não fosse Lexi não sei o que seria de Brooklyn. Ao se por no lugar dela, é impossível não sentir uma grande dor. Que passado é esse? Que vida é essa? Eu reclamo de coisas idiotas, como minha irmã não fazer algo que eu peço ou das gritarias dos meus primos, mas como eu posso ser assim ao ler e conhecer uma história como essa?

Eu iria encontrar aquela garota novamente, de alguma forma. Eu vou pegar minha vida de volta da aparição que eu me transformei.

E, Finn? Que homem é esse, alguém me explica? Por que motivos não existem caras assim no mundo real? Alguém que te acolha e que não desiste de você por nada no mundo? Eu ainda tenho esperanças que em algum lugar devem existir garotos assim. Julie Johnson escreveu na medida certa, tanto os personagens quanto suas histórias e romance. Não foi nada apressado nem demorado. Também não foi frio e nem meloso demais. Foi simplesmente o que era pra ser dentro de uma história tragicamente triste.

A vida real não é como as histórias, Brooklyin. Não existem cavaleiros brancos, sapatinhos de cristais ou segundas chances. Pessoas não acordam depois de comerem uma maçã envenenada. Elas não vivem de novo depois de uma Rainha Má amaldiçoam elas. Elas apenas morrem.

Há momentos nesse livro que seu coração literalmente para. E que depois disso você percebe o quão maravilho é ter uma segunda chance. Então levanta as mãos para o céu e dá graças a Deus por ter a vida perfeita que tem. Sim, perfeita! Não temos nenhum problema que se compare com a de Brooklyn. Me sinto até mesmo envergonhada de reclamar de qualquer coisa que seja.

Like Gravity é narrado sob o ponto de vista de Brooklyn – de uma forma que é possível ser amadurecimento, uma das coisas mais lindas que gosto de ler em livros. E já vou te avisando. Se você gostou dessa resenha e se interessou pelo livro prepare seu coração e alma para lê-lo. E, depois, da decisão tomada, lembre-se que não há volta, você nunca irá tirar essas imagens e essa história de sua mente e coração.

Quando você ama alguém, verdadeiramente ama – mais do que seu orgulho, mais do que você mesma – você pode perdoá-lo, não importa o quanto ele o machucou.

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Publicado em 19/05/2014
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Comentários
  1. Gabrielle Heloise disse:

    Queria taaaaanto ler, mas não acho em lugar nenhum 🙁

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