Autor: Marc Levy
Editora: Suma de Letras
Páginas:
240
Classificação:
 3/5 estrelas

Andrew Stilman, além de ser um grande jornalista, vivia uma vida de solteiro junto com seu melhor amigo Simon. Porém, em um acaso da vida ele reencontrou seu amor de infância, Valerie. E no segundo que isso aconteceu as chamas se reacenderam. Andrew decide aproveitar esse sinal que a vida está lhe dando e corre atrás da mulher que nunca deixou de amar até chegar a nossa hora preferida, o pedido de casamento. O problema é que em sua despedida de solteiro, Andrew conhece uma mulher e ACHA que encontrou sua alma gêmea (malditos homens) e depois disso sua vida vai por água abaixo (literalmente).

Depois de ser morto, Andrew recebe uma segunda chance da vida. Ele acorda novamente dois meses antes de ter destruído tudo o que tinha. Então nosso personagem quer fazer de tudo para que dessa vez seja o melhor homem possível. Ele acha que não deve mudar o rumo das coisas, pois sempre há consequências, porém a tentação é muito grande e acaba que muitas coisas acontecem de forma completamente diferente da primeira vez. Mas não é tão simples. Andrew está fadado a morrer e ele precisa descobrir quem é seu assassino e talvez conseguir evitar o inevitável – a sua morte.

Primeiramente deixa eu expressar meu ódio por homens que traem suas mulheres, noivas ou namoradas. Ou pior, terminam com elas por causa de uma fantasia que jamais aconteceria. Eu sei que os livros querem apenas nos mostrar a realidade do mundo, mas, a meu ver isso apenas incentiva ao homem que eles são assim mesmo e ponto, que continuem a agir dessa forma. Por isso sou contra esse tipo de atitude em qualquer livro que leio.

Seríamos muito felizes se pudéssemos abandonar a nós mesmos como abandonamos os outros.

Marc Levy utilizou de uma narração em terceira pessoa pelo ponto de vista de Andrew. E a mesma foi muito ágil, não fugindo aos fatos e sem muitos detalhes. O meu medo era que ao voltar no tempo o livro ficasse meio repetitivo, mas isso não aconteceu em Replay. Marc soube contornar as repetições com maestria e nos mostrando um lado diferente da história.

Eu estava muito empolgada durante a leitura, eu estava prestes a dar uma nota 4/4.5 quando chego à última página de Replay. E, adivinhem: o livro acaba, mas não há conclusão. Acaba assim sem mais nem menos e não sabemos o que acontece com os personagens. Entendo os autores que querem deixar o fim da história para a mente criativa de seus leitores e instigar a curiosidade. Mas isso não é legal. Do que adianta ler um livro que não me leva a lugar algum, visto que, não há conclusão?

Bom, apesar desses pontos negativos mencionados acima, Replay me deixou uma lição: temos que pensar muito bem antes de tomar uma decisão porque não teremos a oportunidade de voltar ao passado e corrigirmos os nossos erros. Portanto, a única coisa que podemos fazer é tomar as melhores decisões possíveis no presente, antes de ser tarde demais.

O amor da nossa vida é aquele que vivenciamos , e não o que sonhamos.

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Publicado em 15/01/2014
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