A autora best seller Emily Giffin concedeu uma entrevista a EW e deu mais detalhes sobre sua nova obra – que será publicado no dia 20 de maio, intitulada The One and Only e com os direitos já adquiridos pela Novo Conceito. Confira abaixo a entrevista traduzida.

EW: Sobre o que é The One and Only? Como você chegou a essa premissa? 

Emilly: É uma história sobre amor e amizade ambientado no Texas com o futebol de plano de fundo. Pense que Friday Night Lights encontra When Harry Met Sally. A história teria funcionado em uma variedade de ambientes (eu considerei Wall Street por um momento), mas eu sou uma grande fã de esportes, tanto da competição quanto do drama do jogo que está sendo jogado.

Você sente que esse livro é adequado para uma adaptação de Hollywood? Quem você imagina nos papeis principais?

Sim, parece se adequar naturalmente a Hollywood, não só porque isso envolve um quarterback famoso e um treinador lendário, mas porque é um romance surpreendente que desafia a fórmula típica do romance. Também, eu penso que a combinação de uma narrativa dramática de esportes e um romance crescido atrairá a audiência masculina e feminina. Para os papéis principais, eu quase nunca imagino atores específicos quando eu escrevo meus livros, mas dessa vez, eu não consegui parar de imaginar George Clooney como o Treinador Carr. Eu não estou certa sobre o papel de Shea, mas minha irmã e melhor amiga (que já leu o livro) sugeriram Jennifer Lawrence.

Suas amigas ficam implorando por spoilers do que você está escrevendo?

Elas não precisam implorar! Sem revelar o final, eu sou um livro aberto, e também para falar. É só você olhar na minha página do Facebook!

Seus fãs já conhecem as capas dos seus livros agora, e eles especulam qual cor elas serão. Você está animada com essa capa? Você acha que a cor e o design reflete no que está no interior do livro?

Minhas capas – desde a cor do design até o tipo de letra – sempre foram tão importantes para mim, mas talvez nenhum tenta envolvido tanto esforço colaborativo e tão intenso quanto esse. Nós queríamos manter o meu “visual” no geral, mas também refletir que eu já evolui um pouco ao longo de sete livros. Eu acho que a capa captura a substância da história quanto a heroína inconvencional. Eu realmente amei nossa capa final.

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Publicado em 19/12/2013
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Comentários
  1. tamy disse:

    Imagina se ela descobre como são as capas dos livros dela no Brasil?!

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