Autora: Susanne Winnacker
Editora: Novo Conceito
Páginas:
272
Classificação:
3/5 estrelas

Sinopse: O mundo de Sherry — de uma hora para outra — mudou completamente. Por causa de um vírus muito contagioso, as pessoas que ela costumava conhecer, e quase todas as pessoas de sua cidade, Los Angeles, na Califórnia, se transformaram em mutantes assustadores. Esses mutantes têm uma força excessiva, são ágeis, o corpo é coberto de pelos, eles lacrimejam um líquido imundo e… comem gente! Portanto, não há muito o que fazer — talvez tentar fugir — quando se encontra algum deles. A não ser que você tenha ao seu lado a força e a determinação de um jovem como Joshua. Joshua perdeu uma irmã para os mutantes e sua raiva é tão grande que ele seria capaz de vingar todos aqueles que perderam alguém para as criaturas. No entanto, para que esta revanche aconteça, é preciso prudência. Afinal, até que ponto a disseminação deste vírus foi uma coisa realmente natural? Que poderosos interesses estão por trás desta devastação? E será que Joshua e Sherry conseguirão ter a cautela necessária para lutar contra as criaturas justo agora que seus corações estão agitados pelo começo de uma paixão?

Eu estou em um grande impasse!

Eu queria que este livro fosse único, mas ao mesmo tempo queria uma continuação. Sentimentos ambíguos me perseguem nesse momento. Este é um livro de zumbis pouco convencional, um mundo que aparenta ser o que não é, personagens com potencial, mas com a barreira da falta de fôlego do autor para o desenvolvimento dos mesmos, narrativa corrida com linguagem fácil, tão fácil que às vezes me perguntei se estava havendo algum erro de tradução.

Com relação a narrativa alguns aspectos me incomodaram, exemplo: os trechos intercalados com as passagens anteriores a epidemia, DESNECESSÁRIO! Não explicava absolutamente nada nem contribuiu para trama. As inúmeras revelações no final que ficaram completamente sem sentido, pelo menos para mim… Não sei se pelo fato de ter sido explanado de forma tão vaga. A forma como o ritmo se tornou tão corrido que imaginei que o livro não chegaria a 100 páginas e para minha surpresa passava de 200!(risos histéricos). E gente aquele final foi tão estranho e o excesso de informação me deixou zonza.

A outra vida não é um livro ruim, e eu preciso mencionar que esse foi meu primeiro livro de “zumbis” (será?), eu até gostei, mas não é um livro fenomenal, é bem mediano na verdade, foi como cair em um seriado B de zumbis e apocalipse. Mas a favor desse livro tenho que falar que as criaturas foram bem originais e diferentes e tinha uma trama paralela que deixou um gancho interessante para o próximo livro que eu irei ler por desencargo de consciência.

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Publicado em 10/10/2013
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