reliquias

Autor:  Michael Scott e Colette Freedman
Editora:  Planeta
Páginas:
 416
Classificação:
 4/5 estrelas

Me atrevo a dizer que esse livro foi mais que uma surpresa pra mim. Li a sinopse dele e comprei pensando que seria uma história com infantojuvenil; me atrevo até a dizer que achava que seria uma história bem bobinha, por mais que parecesse ser promissora. Mas não.

Sabe aqueles jornais policiais que se você balançar é capaz de escorrer sangue? Pois então. Se eu balançasse o livro, era capaz de morrer afogada em sangue.
As Treze Relíquias é uma história repleta de mitologias, magias, objetos misteriosos, demônios e etc, misturadas com violência, tortura, morte, muito sexo, skinheads (esta aí uma novidade pra mim, já que ainda não havia lido sobre isso em livros) e outras coisas muito interessantes. Definitivamente não é um livro infantil como acreditava, e sim para uma faixa etária mais adulta.

Logo no primeiro capítulo você se depara com cenas que achava que aquele livro não traria. Tive que parar e olhar para o livro em si porque achava que havia comprado errado. Mas não, havia comprado o livro certo. A leitura flui, deixando você cada vez mais preso, querendo saber o que vai acontecer a seguir, querendo saber quem será o próximo a morrer.

Os capítulos são pequenos (as vezes até curtíssimos), quando você quer saber do que vai acontecer, ele termina e o próximo capítulo é narrado por outro personagem. Sim, cada capítulo é narrado por um personagem diferente: Judith, Sarah, Owen, Tony, Victória (que são os bonzinhos), Elliot, Ahriman e Vyvienne (que são os vilões). Alguns Guardiões das Relíquias também tem sua chance como narradores, mas…

A história nos conta sobre 13 Relíquias antigas que foram dadas por um cara chamado Ambrose para 13 crianças na época da 2° Guerra Mundial. Cada Relíquia tinha um nome diferente que ao ser falada mostrava o poder que possuía. Mas existe um segredo que Ambrose sempre repetia as crianças: elas nunca, jamais, devem estar todas juntas no mesmo lugar. Ahriman e Vyvienne querem essas Relíquias para fazer um mal maior, para isso, eles caçam cada um dos seus Guardiões, hoje já idosos.

Além da história dos “dias de hoje”, há também a história dos “dias passados”, onde tudo começou. Como as Relíquias foram criadas, pra que elas servem, que mal destroem, e vale muito a pena ler esse livro, não me arrependo. Apesar de que em certos momentos dava um medo, uma agonia.

Se eu gostei tanto, por que então não dei 5 estrelas? Por que 4 estrelas? Bom, senti que a batalha final aconteceu de forma muito rápida, podia ter sido melhor trabalhado aquela cena. Também tem o fato de que tudo o que Ahriman e Vyvienne faziam envolvia o sexo,  e havia outras formas de explorar os vilões em troca de tudo com eles ser a base do sexo.

Fora isso, o livro As Treze Relíquias, de Michael Scott e Colette Freedman, tem uma trama interessante, com várias surpresas e prende você do início ao fim. Se tiver uma continuação, com certeza vou ler, porque tem tudo pro segundo livro ser ainda melhor que este. Quem sabe o próximo receba 5 estrelas?! Dê uma chance e você irá se surpreender. E claro, aquela capa belíssima merece ser olhada bem de perto. A Planeta está de parabéns

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Publicado em 30/08/2013
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Comentários
  1. Ah, gostei bastante da sua resenha! Mais um livro para a (já imensa) lista de futuras aquisições. E em relação à capa… Confesso que não me deixo levar por elas, mas ela me cativou bastante. =)

  2. Amanda Dutra disse:

    Ain adorei sua resenha, eu estava pensando muito nesse livro (porque eu me apaixonei pela capa e pela sinopse), e agora uma resenha positiva que nem essa???
    Quero ler com certeza 😀

    Beijo

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