O selo Alfaguara da Objetiva começa a publicar em agosto novos edições dos romances de James Bond, escritos por Ian Fleming. Inicialmente, serão três livros: Da Rússia, com amor, antes conhecido como Moscou Contra 007, Goldfinger e Viva e Deixe Morrer.

Confira as capas e sinopses:

Em plena Guerra Fria, cada governo estrangeiro tem um arquivo sobre James Bond. Mas é a mais alta cúpula do governo soviético que decide que chegou o momento de agir. Da Turquia aos recantos mais sombrios por trás da cortina de ferro, no clássico Da Rússia, com amor, Ian Fleming traz o mais famoso agente secreto britânico em meio ao célebre conflito entre ocidente e oriente que marcou os pós-guerra. Publicado originalmente em 1957 e adaptado para o cinema em 1963 com o título Moscou contra 007, estrelado por Sean Connery e tido como um dos melhores filmes da saga do agente do MI6, o romance captura a tensão vivida pelos espiões no período. Sua narrativa conquistou personalidades como o ex-primeiro ministro britânico Sir Anthony Eden e o ex-presidente americano John F. Kennedy. A SMERSH, agência letal de contraespionagem a serviço dos soviéticos, monta um plano audacioso para difamar e matar o mais importante agente do MI6, o serviço secreto britânico. Para isso, contarão com a frieza de um assassino irlandês e a beleza e ingenuidade de uma jovem espiã russa, Tatiana Romanova, ambos sob ordens da temida coronel Rosa Klebb.

Em 1954, Ian Fleming publicou seu segundo romance. Catapultado pelo sucesso da adaptação cinematográfica de 1973, estrelado por Roger Moore, e com a inesquecível música-tema de Paul McCartney e os Wings, Viva e deixe morrer é considerado uma das mais vibrantes aventuras de 007. Solitaire é uma mulher linda e insinuante, capaz de ler o futuro no rosto de uma pessoa. Ela é também prisioneira de Mr. Big, um gângster negro do Harlem, cujos negócios ilegais se estendem do contrabando de tesouros antigos ao fornecimento de verbas à SMERSH, o braço mais letal do serviço secreto soviético. Ao viajar ao reduto do jazz em Nova York, aos Everglades na Flórida e ao Caribe, James Bond se verá enredado pelos encantos de Solitaire, e pela violência e sordidez desse gênio do crime, que controla seus fiéis capangas não só pela força, mas também pela ameaça da magia negra. Escrito em meio à Guerra Fria, Viva e deixe morrer retrata, a exemplo de outros romances do agente britânico, a crise latente entre os poderes ocidental e oriental na metade do século XX.

Auric Goldfinger é o homem mais rico da Inglaterra. Obcecado por ouro, misterioso e excêntrico, ele chama atenção do MI6, que escala seu melhor agente para descobrir o que há por trás das transações desse milionário. Em Goldfinger, trama publicada originalmente em 1959 e vivida no cinema por Sean Connery, em 1964, Bond vai da Flórida à Suíça para desfazer os planos do perigoso magnata. Em seu primeiro encontro, à beira de uma piscina em Miami, Goldfinger mostra-se apenas como um sujeito competitivo, que fará de tudo para não perder um jogo ou uma aposta. Nos encontros seguintes, no entanto, Bond descobre que tem diante de si um dos inimigos mais terríveis e maquiavélicos que já enfrentou. Seu plano: dar o maior golpe de todos os tempos – roubar o Fort Knox e desestabilizar a economia global. Bond passa por apuros enquanto investiga Goldfinger: o magnata é suspeito de envolvimento com a SMERSH, braço de contraespionagem soviético. A obsessão do milionário por ouro, que faz com que cubra o corpo das mulheres com quem se relaciona sexualmente com o metal, vitimiza a assistente de Bond, Jill Masterson, que manteve um rápido caso com o agente. A exemplo da cena do filme de 1964, ela é encontrada morta, asfixiada pela tinta dourada.

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Publicado em 15/07/2013
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