Ontem, 25 de fevereiro, aconteceu no Shopping Iguatemi em São Paulo a pré-estreia de uma das adaptações mais aguardadas do ano, Dezesseis Luas, baseada na obra de Kami Garcia e Margaret Stohl, com direito a presença de alguns ícones teens e coquetel após a sessão.

No filme, Ethan Wate, interpretado por Alden Ehrenreich, é um garoto comum do pequeno vilarejo Gatlin, Carolina do Norte. Sua maior ambição é escapar da monótona Gatlin, onde permanecem os condenados a ficar, ou burros demais para ir embora. Mas ir embora, no momento, não é seu maior problema.

Perseguido por sonhos estranhos toda noite, ele se depara com a garota que os protagoniza no primeiro dia de aula, Lena Duchannes, interpretada por Alice Englert. Não bastasse seu jeitinho gótico para tornar a garota o alvo dos valentões de Gatlin, Lena é também sobrinha de Macon Ravenwood (Jeremy Irons), o adorador de demônios, conforme reza a lenda do lugar.

E há certa verdade nos boatos inventados pelos hipócritas e desocupados de Gatlin. Ravenwood é uma família de conjuradores, e o décimo sexto aniversário de Lena se aproxima, acompanhado de uma difícil decisão, tornando seus poderes cada vez mais fortes. Não bastasse isso, uma maldição está sob Ethan e Lena.

Muitos criticaram as escolhas dos atores para estrelar nessa adaptação. Pois bem, eu adorei. Não consigo citar um que não tenha se encaixado bem, e Viola Davis, Emmy Rossum, atrizes que interpretaram Amma e Ridley, respectivamente, e Irons merecem um destaque ainda maior, a atuação dos três foram maravilhosas, eles respiraram o papel.

Já a adaptação em si, em minha humilde opinião, é uma das poucas em que eu posso dizer que chegou a ser até melhor que o livro. Sim, alteraram bastante se compararmos a obra que o originou, o que não agradará tanto aos fãs da saga, o que eu não sou, pelo contrário. Se o livro foi maçante, a adaptação chegou a ser divertida e me faz aguardar curiosa a sequência.

Mas  Dezesseis Luas também é um filme que não vai além de querer agradar o público juvenil. Não há uma moral na história além da luta entre o bem e o mal, o clichê que povoa grande parte dos filmes, e nada novo é apresentado. A trilha sonora é boa, mas nem tanto, e os efeitos não passam do agradável. Em suma, vale a pena conferir, mas não é nada inesquecível.

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Publicado em 26/02/2013
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