Autora:Thayane Gaspar Jorge
Editora: MODO
Páginas: 220
Classificação:2/5 estrelas

 

Em Princesa de Gelo, Alessa decide tirar sua vida e coloca isso em prática em um dia que a escola está quase que completamente vazia. Ou isso ela acreditava, pois por um desenlace do destino Eric Lacrov decidiu usar o banheiro feminino justo nesse dia, mudando a vida de ambos e criando uma nova chance de Ale ser feliz.

Alessa é uma garota que não se permite não ter o controle do que acontece em sua volta, cheia de comentários desnecessários e ácidos, é o tipo de protagonista que eu tacharia de chata e que não me convenceu. Sua narrativa é cansativa, ela fala, se repete, e me dá sono. Senti que o objetivo da autora com essa personagem e seu jeito de ser era criar um livro bem lírico e gótico, porém tudo em demasia enjoa, e eu logo estava vomitando todo esse lirismo em excesso. Já Eric, apesar do pouco espaço que o personagem possuiu em toda a obra, é alguém com potencial para encantar com seu jeitinho amigo. É uma pena que ele muitas vezes caia de paraquedas na história. Outro personagem que eu gostei bastante foi o pai de Ale, apesar de pouco aparecer.

Quanto a diagramação, eu já comentei antes o quanto eu adoro a obra de arte que são os livros dessa editora. É um encanto, sério. Porém a revisão deixou muito a desejar, ênfase no muito. Outro ponto que me incomoda é quando há passagem de tempo e flashbacks na história já que não há nenhuma diagramação nessa parte para identificar isso.

Algo que impactou na nota do livro também foi o preconceito que eu tenho envolvendo suicídios e automutilação,  vale deixar isso claro. Não é o primeiro livro que eu leio sobre o assunto, nem será o último, mas diferente de outros que eu li e gostei bastante, Princesa de Gelo não me fez defender a protagonista. Como eu já mencionei antes, ela simplesmente não me convenceu. Foi um livro que li no automático e pouco prazer me deu.

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Publicado em 17/10/2012
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Comentários
  1. Fabiana disse:

    Coerente ter ressaltado o fato do tema do livro não agradá-la e isso ter influenciado sua nota sobre o livro. Contudo, sendo uma “Crítica literária” o seu texto, era coerente, também, que sua opinião pessoal ficasse fora de foco, e me parece, pelos seus dizeres, que o livro foi lido com maus olhos desde o início devido o seu preconceito com o tema desenvolvido.
    Ler um livro não significa apenas deleitar-se com suas histórias apaixonantes ou de aventura. Um livro realmente bom é aquele que acrescenta algo a sua filosofia de vida. E digo com cem por cento de certeza que o livro Princesa de Gelo incrementou sensivelmente meus atos e pensamentos.
    Para quem nunca passou por uma experiência semelhante, o ato do suicídio realmente é totalmente reprobatório. É algo que, visto fora da situação, é extremamente idiota e estúpido. O problema é quando você já passou por isso ou conheceu alguém que passou. É normal que todo adolescente tenha uma fase de não aceitação de si próprio. De exacerbação de atos, onde tudo é o fim do mundo, tudo é irreversível. Uma paixão não correspondida é, para muitos, o fim da vida. A separação dos pais faz com que o indivíduo não veja mais a vida com bons olhos por sentir falta deles. Acho que essa falta de mudança de perspectiva sua foi o erro (ou acerto, quem sou eu para dizer? Não sou formada em literatura, rs. ) no momento de julgar o livro. Percebe-se que nenhuma destas situações nunca aconteceu com você – felizmente. Mas para quem já passou por algum delas, ou algumas mais graves ainda, como a perda de uma mãe, a morte acaba sendo uma alternativa altamente atraente. É claro que não é algo que justifique – aos nossos olhos, de quem nunca passou por tal situação – tirar a própria vida. Mas sinceramente acredito que a morte seria realmente interessante se – deus livre-me disso – minha mãe ou pai morressem.
    Acredito também que o lirismo excessivo no livro seja uma forma de suavizar a intensidade do ato do suicídio. Convenhamos que ninguém quer ler um suicídio com os dizeres “cabeças rolaram”, “o sangue jorrou”, “me matar é o melhor remédio”. Além disso, o pano de fundo do livro é um romance; sendo assim, lirismo é necessário. Acredito que o livro tenha um toque clássico nas relações afetuosas principalmente entre os protagonistas, que é o que mais me chama atenção por ser uma amante dos contos clássicos.
    Quando a questão da diagramação e das marcações do flash back, realmente falta um destaque. Mas se o livro tem uma boa fluência e coesão, marcações digitais são desnecessárias para entendimento completo da obra.
    Eric e o pai de protagonista realmente são fascinantes. Como em todo romance que leio, apaixonei-me por Lacrov no momento da revelação de sua sensibilidade. É algo que me tentou mais ainda a ler a obra! Eu gostei bastante no geral.

  2. Gabrielle disse:

    Desculpa, Fabiana, mas aqui eu dou minha opinião pessoal. Esse é o objetivo principal das minhas resenhas, aliás. E sim, meu preconceito realmente pode ter ajudado em denegrir a nota do livro, mas vale levar em conta que também li livros envolvendo estrupos e outros temas fortes e nem por isso minha nota em relação a essas obras diminuiram, pelo contrário. A questão em um livro é você se colocar no lugar de uma protagonista, então não existe isso de quem não passou por uma experiência semelhante. Claro que ler um livro sobre suícidio e cometer um não são as mesmas coisas, mas quando a obra é bem escrita você vivencia isso sim, mesmo que indiretamente. E esse é o ponto principal em minha resenha, a questão de eu não ter vivido essa protagonista, ela não convence como pessoa, entende? Separação dos pais, ou qualquer motivo que seja, é irrelevante, pois nem todo caso envolvendo separação leva ao suicidio, isso é mais uma questão psicologica da pessoa envolvida, e não se desculpa um ato como esse, se trata.

    Quanto a erros, não acho que aja algum na minha resenha (minto, pode haver em relação a revisão). Pelo contrário, é tudo uma questão de opinião e, se tratando de opiniões, não há certas ou erradas já que cada um tem a sua.

    1. Fabiana disse:

      Escrever um texto avulso sobre um livro e inserir uma opinião pessoal é completamente relevante. Mas fazer uma crítica literária envolvendo gosto pessoal é um equívoco.
      Quando a dizer que você errou, você me interpretou errado. Não afirmei que você errou, mas como sua opinião que foi dada na resenha, eu também dei minha opinião em relação à veracidade da sua crítica. Como eu disse, não sou formada em literatura para evidenciar erros e acertos de críticas. Mas como indivíduo, assim como você, posso ressaltar minha opinião sobre qualquer texto publicado, como você deu a sua sobre a obra.
      Quanto a dizer que separação dos pais e qualquer outra situação não é motivo para cometer suicídio, me desculpe dizer, mas a sua insensibilidade é imensa. Você não pode saber, sem vivenciar, a intensidade que tal ato gera no adolescente envolvido, então não pode dizer se justifica ou não o ato do suicídio. Visto de fora qualquer ato é estúpido. Mas vivendo a situação, tudo é uma forma de fuga, de solução. Não eram os próprios românticos que achavam que a melhor evasão era a morte? Tem pessoas como Casimiro de Abreu que veem essa evasão na volta à infância, Álvares de Azevedo vê na morte, assim como a personagem do livro.
      A questão é que o livro é extremamente romântico, e não estou falando romântico em relação às histórias de amor. Faço referência ao estilo literário Romantismo: tudo é exacerbado. Exatamente como os ultrarromânticos, Alessa vê tudo de forma extremamente negativa e não vê interesse em sua vida presente. Acho que esse é todo o segredo para tanto lirismo e tanto extremismo. Basta perceber tal conexão que o lirismo se torna plenamente aceitável.
      Mas como todos dizem, “A opinião é de cada um”. Qual o nosso ponto de partida em criticar a opinião dos outros? Quem sou eu, ou você, para dizer que minha opinião é a certa e a sua a errada, ou vice-versa? Somos meros leitores. Deixemos, então, o trabalho da opinião coerente e absoluta para os críticos literários formados.
      Você resenhou mais algum livro nesse estilo ultrarromântico? Se sim, pode me passar o link para eu ler? Adoro boas indicações de livros, e venho dando umas olhadas nas suas últimas resenhas e estão bem convidativas para experimentar os livros! 😀

      1. Gabrielle disse:

        Desculpe mas gostaria de saber onde você leu que eu escrevi o que é ou não motivo para suicídio. Eu disse que não se evidencia a desculpa e sim se trata.
        Repito, aqui se dá a opinião, lê-se resenha, acho que para meio entendedor meia palavra basta. Quanto a falar sobre erros, você pode dizer que não concorda com minha resenha, claro, enfim, pode dizer qualquer coisa, mas o que você disse é que eu errei em fazer uma resenha, no ato, e esse já é outro ponto, grave e ridículo.
        Novamente, para você é aceitável, para mim foi excessivo. Eu não vou recomendar um livro que não me deu prazer e ponto. Os grandes autores do romantismo souberam usar e abusar do gênero e estão vivos até hoje em seus livros, e em livro algum exagerar é uma regra, isso é uma escolha do autor e ele abusa dela como quiser.

        Acho que o grande problema é que você não está percebendo para que os blogs de resenhas existem. Nós damos nossa opinião sobre livros que lemos, quão menos científicos nós formos, melhor. Eu não escrevo para dizer ao escritor onde foi que ele errou, escrevo para deixar os leitores cientes do que o livro me passou e se baseando nisso eles tomam interesse ou não pelo livro (isso pensando que minha opinião conta, o que nem sempre é real). Quanto a minha opinião, ela é bem coerente, obrigada. É porque somos meros leitores, pouco puxa sacos, que nossa opinião é levada em conta. Os “mimimi” são só consequência.
        Quanto as minhas indicações e resenhas, você se contrária. Para que lê-las quando, na sua opinião, elas são pouco coerentes?

        1. Fabiana disse:

          Se eu não gostei de uma das resenhas não quer dizer que eu não tenha gostado das outras. Já li a sua resenha do livro Destroy Me e achei excelente. Mas tudo bem, obrigada pela resposta! Beijos =)

  3. AndhromedaG disse:

    Adorei sua resenha!
    A poucas coisas que salvem o livro de um personagem principal chato, mas se até a narrativa dá sono e revisão é pobre…
    Obrigada por dar a SUA opinião na sua RESENHA =]

    Beijão

  4. Fê Cagno disse:

    Oi Gabi, gostei da resenha, não leria o livro por não ser dos gêneros que gosto, como também blogueira acredito que a forma correta de fazer uma resenha é dizer realmente o que a pessoa que o leu sentiu, se for para puxar o saco nem faço, sou autêntica e expresso linha opinião sincera sobre tudo que leio.

    Bjos Fê

    1. Gabrielle disse:

      Oi, Fê *-*
      Concordo completamente com você. Acho que há um publico certo para esse livro, mas não me incluo nele

      ;**

  5. David Azevedo disse:

    Vamos lá, nem sou tão fã de resenhas e críticas, porque a história recente me prova o contrário. Seja lá qual for o motivo de fazer uma resenha ou uma crítica, sempre ficará no campo da opinião, né? Algo extremamente pessoal, e me desculpe a informalidade. Mas, tenho que ser sincero, de tudo que eu li até agora em relação ao livro, foram coisas positivas. Embora, eu faça parte do time dos que ainda não leram a obra em si, apenas teasers, e teve gente que aqui já deu o “veredictum” (do latim mesmo), só por uma opinião pessoal de alguém que já leu. Então, opinião por opnião, para não cometer mais um equívoco, fico com aquela do método cartesiano em suas 4 regras: verificar, analisar, sintetizar e enumerar. Aí sim, ficaria mais científico e menos tendencioso, fora isso, é mera questão de gosto, afinidade e etc. Volto aqui em breve…

    1. Gabrielle disse:

      Sim, David, meu foco não é fazer nada científico, pelo contrário. Aliás, o público do blog também não é esse. Quanto as críticas positivas em relação a esse livro, elas nada tem a ver com a minha, não me baseio nelas para escrever. Veja bem, não estou querendo fazer picuinha nem ser grossa ao dizer isso (quem lê pode pensar isso, não é?). A questão é que quem lê resenhas do Livros e Citações devem estar ciente que aqui são dadas as minhas opiniões, indiferente se há outras mil críticas tanto boas ou ruins, isso não difere em nada minha opinião. Como você bem mencionou, é algo pessoal. E vai do leitor aceitar a minha opinião, ou aceitar algo mais científico, como você prefere, ou ele próprio pagar para ver e comprar o livro.

  6. Leia disse:

    Do pouco que eu li desse livro já tinha erro (e olha que foi apenas um parágrafo citado num outro blog) e que história é essa de gente querendo convencer o outro a gostar de algo que ele não gostou? O livro é ruim? Sim ou não vai depender de quem leu. -ESSA PARTE FOI EDITADA PELO AUTOR DA OBRA ACHAR OFENSIVO- num blog tentar convencer o resenhista que ele está errado em dar baixa pontuação em um livro. Livro é uma experiência pessoal e a avaliação é totalmente subjetiva. Jamais alguém irá convencer outra pessoa que um livro é bom se ela achou péssimo. Esse será um livro que eu não irei comprar.

    1. Gabrielle disse:

      Eu não estou tentando fazer complô contra o livro, Leia, mas concordo completamente com sua opinião. Está dando até publicidade pra resenha, efeito contrário do desejado pela autora.

    2. Fabiana disse:

      Leia, perdoe-me a intromissão, mas eu não moro nem na mesma cidade que a autora. Mora na Bahia e pedi o livro através do site da editora. Assim como a Gabi, eu quis dar a minha opinião sobre o livro também, flor!
      Um beijo!

  7. Mareska disse:

    Sério que é tão difícil assim entender que nenhum livro é unanimidade, e que é perfeitamente possível alguém não gostar de um livro que você adorou? (Sem contar que é só ler a parte “políticas” pra ver a maneira como as resenhas daqui são feitas)

    Enfim, não me interessei pela história, mas concordo que o cuidado que essa editora parece ter com as capas é excelente! Acho que nunca v uma feia!

    1. Gabrielle disse:

      Você acabou de me lembrar que não terminei minhas políticas, Maah shaushau droga!

  8. luana disse:

    gabi, concordo com você uma amiga minha tem o livro e tentei ler, mas não consegui passar do primeiro capitulo
    não gostei de praticamente nada
    principalmente a protagonista, e sim esse tipo de historia tão não me cativa, acho que dá a impressão de um personagem fraco que não sabe lidar com as coisas
    acho que as pessoas tem que aceitar a opinião dos outros, uns gostam outros não
    quem não aceita isso tem que amadurecer, antes de ficar criticando

  9. Oi, Gabis!
    Gostei da resenha, isso sim é uma resenha… sem puxação de saco, sem afagar ego de escritor, com sua opinião, porque quando venho aqui ler uma review/resenha quero a opinião sua opinião mais sincera e se um dia tu começar a não fazer mais isso, ficarei realmente desapontada :\
    *
    Beigos, e quando vamos no Vegacy??? :p

  10. Eu gostei bastante da resenha, foi sincera, você deu sua opinião. Não é o tipo de livro que eu leria, e se houvesse oportunidade, eu deixaria passar. Não gosto de livros que tratam de um assunto e ficam enrolando e enrolando. Livro precisa ter profundidade. Não basta falar de algo polêmico só pra chamar a atenção. Sobre a questão de suicídio, existe várias coisas que levam a tal ato a uma pessoa, não é apenas separação dos pais, não é apenas uma briga com o namorado(a), e dizer que – no caso do livro – não há uma explicação pra tal coisa, não torna você insensível. É sua opinião, e acho que ninguém tem que opinar na opinião dos outros dizendo que ele está errado. Resenhas estão ai pra esclarecer leitores na hora da compra. E se você gostou do livro, você não pode obrigar uma pessoa que não gostou a gostar.
    Amei a resenha, e sinceramente, esse não seria um livro que eu leria e a crítica reforçou isso.
    Continue assim, escrevendo resenhas sinceras e honestas 😀

  11. Cris disse:

    Amei sua resenha e suas respostas porque você é como eu: diz o que pensa.

    Não gosto de blogs que SEMPRE falam bem dos livros, independente da qualidade dos mesmos.

    Passarei a acompanhar seu blog =D

  12. Raquel Lisboa disse:

    Menina do céu! Que resenha maravilhosa… Gostaria, se possível, que lesse meu livro Mulher de Honra. É o primeiro livro de minha Trilogia e ainda não foi publicado por uma grande editora. Ele tem alguns erros gramaticais (acho que muitos até), porque não tenho grana para pagar um profissional e jamais publicaria nada que distancie o leitor da literatura nacional. Este é o motivo pelo qual o pobrezinho se encontra em meu blog, aguardando opiniões sinceras e francas de pessoas como você. Se tiver um tempinho, passe por lá!
    http://juntando-palavras.blogspot.com.br/2012/11/7trilogia-amazonas-1-mulher-de-honra.html

  13. PAULINHO SOLUÇÃO disse:

    “A VITÓRIA PERTENCE AO MAIS PERSEVERANTE..
    “O SUCESSO É A SOMA DE PEQUENOS ESFORÇOS”…

    Parabenizo e homenageio por meio deste a ESCRITORA THAYANE GASPAR JORGE e toda a equipe pelo lançamento do livro “PRINCESA DE GELO”. Parabéns pelo EXCELENTE TRABALHO, DETERMINAÇÃO E PROFISSIONALISMO, realizado neste belíssimo trabalho e um brinde pelo SUCESSO! O potencial de trabalho de vocês é de grande valor para a comunicação brasileira. Recebam esta singela homenagem com meus sinceros votos de muitas realizações e planos futuros. Desejo nestas poucas palavras votos de muita SABEDORIA, CONHECIMENTO, ENTENDIMENTO e principalmente DISCERNIMENTO em todos os seus caminhos. Acabei de depositar na conta de vocês a importância de muitos DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS DE FELICIDADE E PROSPERIDADE, SAÚDE, PAZ, AMOR e que Deus estenda às mãos sobre vocês e toda sua família e acrescente 100 por cento de juros em cima de tudo isso.

    “A MAIOR RECOMPENSA PELO TRABALHO NÃO É O QUE A PESSOA GANHA, MAS O QUE ELA TORNA- SE ATRAVÉS DELE.”

    DESEJO SUCESSO A TODOS!

    PAULINHO Solução
    http://www.paulinhosolucao.blogspot.com
    [email protected]
    [email protected]
    Salto/SP

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