Autora: Selène D’Aquitaine
Editora: Ícone
Páginas: 192
Classificação: 2/5 estrelas

Quando Selène D’Aquitaine entrou em contato comigo para resenhar alguns de seus livros, aproveitei para pedir  O Jardim das Rosas Negras por ter gostado bastante da premissa e a autora antecipadamente avisou que esse livro marca o início de sua carreira, logo possuindo mais erros e não sendo o preferido de seus leitores. Pois bem, antes de iniciar a resenha, já passo esse aviso a quem se interessar em lê-lo.

A história: Samantha é uma híbrida – meio fada, meio demônio – e no dia de seu nascimento foi previsto que ela traria as trevas para seu mundo. Desde então ela é a chacota de algumas dezenas de fadas e vive sob vigilância. Mas é em sua adolescência que tudo muda e a guerra se inicia. Ela não está preparada para o que o destino lhe reserva mas com a ajuda de suas primas e o príncipe dos elfos ela começará a maior aventura de sua vida, descobrindo a si mesma, a coragem e o amor em um mundo prestes a desabar.

Como eu já havia adiantado, a premissa é boa. O livro é voltado para o público infantil então eu facilmente contaria a história para alguma criança mas não sem adaptá-la um pouco. Fatores como diálogos confusos, personagens aparecendo do nada e uma certa lentidão em fazer acontecer – o famoso encher linguiça – empobreceram a história. Vejam bem, não estou dizendo que o livro é completamente ruim. A escopo é muito bom, só faltou trabalhar para que ele tomasse forma, além de uma boa revisão. Eu agora focarei na trilogia Annástria da autora, novamente a premissa é boa mas, pelo que eu ando lendo, o conteúdo é melhor ainda.

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Publicado em 30/06/2012
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Comentários
  1. Eduardo disse:

    Lygia Fagundes Telles anda fazendo modificações em suas obras, algo que é polêmico, uma vez que muitos leitores podem gostar mais da versão original, mas enfim…

    Do mesmo modo, pode ser que Selène D’Aquitaine um dia se anime a reescrever “O Jardim das Rosas Negras”, aproveitando o argumento promissor e refinando a história. A questão é saber se ela reconhece a evolução na própria escrita, os defeitos iniciais, e se teria vontade de alterar uma obra já concluída e publicada.

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