O Guarani Nº 17, de José de Alencar (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

O guarani –  romance mais famoso de José de Alencar – foi uma das primeiras obras criadas com o objetivo de fundar uma literatura brasileira autônoma de Portugal. Em meio à história de amor entre o índio Peri e a moça branca Ceci, José de Alencar cria uma narrativa épica, cheia de amor, aventura, traição, lutas e vingança, prendendo a atenção do leitor a cada nova página.O romance proclama a brasilidade, focando importantes aspectos da realidade brasileira do século XVII: o índio e o branco; a cidade e o campo; o sertão e o litoral.

A doutrina de Buda Nº 135, de Bukkyo Dendo Kyokai (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

 O substantivo “buda” significa “iluminado” e é derivado do nome de uma árvore (bodhi). Como nome próprio refere-se ao príncipe SiddhartaGautama, fundador de uma das grandes religiões do mundo, e, para os budistas, modelo de perfeita virtude.
A referência à árvore remete à história de que depois de anos de experiências ao noroeste da Índia, sentado embaixo de uma árvore, Buda alcançou finalmente o nirvana, isto é, o estado que permite contemplar o ciclo da reencarnação universal.
Esta obra foi idealizada pela Fundação para a propagação do Budismoe possui distribuição mundial. Um verdadeiro alimento para o espírito, a tradução brasileira foi possível graças aos esforços do sr.Yehan Numata.

A Escrava Isaura, de Bernardo Guimaraes (Coleção A Obra -Prima de Cada Autor)

A campanha abolicionista de 1875 foi o pano de fundo perfeito para a publicação de A escrava Isaura. A obra narra as muitas desventuras de uma escrava branca, bela e de caráter nobre, que vive sob o jugo de um luxurioso e cruel senhor.
O romance –folhetim anti-escravagista e libertário, com fortes traços de idealização romântica –foi um grande sucesso editorial, conquistando a imaginação popular ante as situações intoleráveis do cativeiro e transformando Bernardo Guimarães em um dos mais populares romancistas de sua época no Brasil.
Além de retratar a realidade brasileira, A escrava Isaura  ajudou a construir a identidade nacional do país recém-independente, mantendo-se como um clássico de leitura imperdível.

Histórias extraordinárias Nº 32, de Edgar Allan Poe (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

“Poe é uma influência determinante em toda a nossa modernidade, o criador das histórias de detetive e das tramas de ficção científica, presente nas atualíssimas tendências fantásticas, góticas e underground. Mas ele é, acima de tudo, um esteta de talento que abriu caminhos para todas as correntes literárias de linha subjetivista e barroca que vieram depois dele. Trata-se de um escritor-crítico que tem pleno domínio da arte retórica e da arte poética, um artífice que controla, com mão de ferro e cordas de alaúde, os efeitos que exerce em seu leitor. Um arquiteto do estilo que sabe estruturar um conto como poucos (…).”
Eliane Fittipaldi
Traduzido por Eliane Fittipaldi e KatiaM. Orberg, Histórias extraordinárias reúne alguns dos mais conhecidos e importantes contos de Edgar Allan
Poe: O gato preto, O enterro prematuro, A queda da casa de Usher, William Wilsone O poço e o pêndulo.


 Lira dos vinte anos Nº 19, de Alvares de Azevedo (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

Como todo romântico influenciado fortemente por Lord Byron, a poesia de Azevedo contém traços marcantes de desejo, decepções, morbidez, tédio, melancolia e vício.
Mesmo muito jovem, Álvares de Azevedo se cansou da vida e dos dramas que todo adolescente enfrenta, usando esse descontentamento e a angústia da alma como combustível para suas criações.
A Lira dos vinte anos é uma de suas obras mais célebres e inclui alguns de seus poemas mais famosos: “Idéias íntimas”,”Spleene charutos”,”Lembranças de morrer”,”É Ela! É Ela! É Ela! É Ela” e “Se eu morresse amanhã”.

Bhagavad Gita Nº 164, de Krishna (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

Um manual de assertividade, ele nos aponta que a humanidade encontra-se perdida entre dois caminhos: o da passividade, em que o homem, consciente das leis do karma, opta por não agir; e o da agressividade, de acordo com o qual o homem age movido pelo ego, pelos próprios interesses. O BhagavadGita então aponta um novo caminho, o caminho do sábio: o reto-agir, o agir de acordo com a essência suprema do ser, agir segundo os mais nobres valores.
Traduzido e comentado pelo filósofo e educador HubertoHoden, este livro é um verdadeiro compêndio das ideiasdo hinduísmo.


O primo Basílio  Nº 10, de Eça de Queiroz (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor – Série Ouro)

Na segunda metade do século XIX, os ideais liberais consolidavam-se sobre os defensores da monarquia em Portugal, e o país vivia relativo progresso. Todavia, velhos costumes permaneciam entranhados na sociedade portuguesa, ocultos sob o véu tênue da moralidade. Em meio a esse conflito entre progresso e atraso, surge a chamada geração de 1870.
Dessa geração, provêm alguns dos maiores nomes do pensamento português, dentre os quais Antero de Quental, mentor intelectual do grupo, e Eça de Queirós, o mais importe prosador realista em Portugal.
>Em O primo Basílio, Eça nos apresenta uma típica família burguesa de Lisboa, por meio da qual exporá a fragilidade de algumas das instituições mais caras aos portugueses –o casamento.

O último adeus de Sherlock Holmes , de Sir Arthur Conar Doyle

Coleção A Obra – Prima de Cada Autor

Mais famoso do que seu próprio criador, o detetive retorna em mais uma série de contos em O último adeus de Sherlock Holmes. Vendido em forma de livro em 1917, os contos foram originalmente publicados na revista StrandMagazine, entre os anos de 1893, 1908 e 1917. Sherlock havia se aposentado no volume anterior, mas os fãs do detetive não deixaram ConanDoyleem paz e, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, o detetive volta à ativa como um agente secreto.
Aqui, você pode ler e se deliciar com os novos casos emocionantes narrados por Watson: “Vila Glicínia”, “O círculo vermelho”, “Os planos do Bruce-Partington”, “O detetive moribundo”, “O desaparecimento de Lady Frances Carfax”, “O pé do diabo” e “Seu último adeus”.

Contos fluminenses, de Machado de Assis (Coleção A Obra-Prima de Cada Autor)

Machado de Assis é o maior nome do conto brasileiro em seus moldes clássicos.Contos fluminenses é composto de sete histórias, e representa a estreiado escritor como contista.
As narrativas revelam algumas das marcas registradas do autor, com personagens complexos e passagens recheadas de ironias e críticas à sociedade fluminense.
Organizada por Machado em 1870, a obra contém os contos “Miss Dolar”, “Luís Soares”, “A mulher de preto”, “O segredo de Augusta”, “Confissões de uma viúva moça”, “Linha reta e linha curva” e “Frei Simão”.

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Publicado em 17/05/2012
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Comentários
  1. Samanta Holtz disse:

    Oi, Gabi!!!

    Que legal, a Martin Claret arrasando nos clássicos!!!

    Meu favorito, dentre todos, é O Primo Basílio! Na época em que li, era para o vestibular… mas acabei gostando muito da história, e sinto que teria lido, de qualquer forma ^^

    Um grande beijo!

    Samanta Holtz
    autora de O Pássaro
    http://www.samantaholtz.blogspot.com

  2. Rafaela. disse:

    Adoro clássicos!
    Só lançamento bom. =)
    Histórias Extraordinárias e O último adeus de Sherlock Holmes são os meus favoritos.

    Beijocas, Gabi.
    http://artesaliteraria.blogspot.com.br

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