Desde que foi anunciado que Antes Que Eu Vá, de Lauren Oliver,   seria adaptado para os cinemas, vamos confessar que está todo mundo louco para saber quem será o diretor e o elenco, claro. Para quem não leu ou não se lembra do livro, nele conhecemos Sam, uma garota com a vida perfeita até morrer mas contra tudo o que ela acreditava, não é a luz celestial que vê após sua morte, e sim um novo dia. Agora, lhe é dada a chance de fazer tudo novamente, o que pode ser tanto uma maldição quanto um presente. É um livro maravilhoso, em minha opinião.

E o diretor desse amado livro será… ou melhor, a diretora provavelmente será Gina Prince-Blythewood (A Vida Secreta das Abelhas). Provavelmente, digo, porque nada está assinado ainda. E segundo os boatos, Gina quer um novo roteiro antes de começar as negociações. Mas não deixa de ser uma boa notícia que a adaptação está andando. E, claro, está muito cedo para dizer algo sobre o elenco. Eu sinceramente não tenho favoritos para o elenco, só estou ansiosa por notícias e vocês?

Agora, voltando aos livros, no Brasil a editora Intrínseca anda lançando os livros da autora, sendo que foi a responsável pela publicação de  Antes Que Eu Vá e também pela primeiro volume da saga homônimo da saga Delírio, recentemente lançado. Conheça um pouco desses lançamentos:

Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento. Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder. … Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente. O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as consequências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?

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Publicado em 26/03/2012
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