Suspense

Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas:
496
Classificação:
4/5 estrelas

Chris, Casey, Terry, Drew, Alex, Ellis, ou como aqueles que a caçam a conhecem, A Química. Ela não pode se manter muito tempo com o mesmo nome, ou na mesma cidade, é perigoso demais, alguém a encontraria. Ela já esteve uma vez do outro lado da força, os intitulados como “bonzinhos” na equação, o departamento do governo que ela servia, mas as cartas mudaram de uma hora para outra e tudo que conhecia virou de cabeça para baixo quando se tornou a caça daqueles que deveriam protege-la, daqueles a quem ela jurou lealdade um dia. Porém não é à toa que as pessoas morriam de medo dela, nem que a menção de seu apelido acarretasse tanto medo para suas vítimas. Ela sabia muito bem o que fazer para se proteger com os devidos compostos químicos nas mãos. Podia não ser nenhuma grande agente no corpo a corpo, mas ela não precisava lutar para matar.

No contexto de sua vida atual, matar significava ganhar. (…) O coração de outra pessoa deixaria de bater e o dela continuaria pulsando. Alguém iria atrás dela e, em vez de uma vítima, encontraria um predador. Uma aranha-marrom, invisível por trás de sua teia traiçoeira.

Depois de anos fugindo, finalmente aparece uma saída para essa vida. Seu antigo Mentor lhe faz uma proposta para que ela deixe de ser a caça e retorne para o lado do caçador. Porém ela não sobreviveu todos esses anos por ter confiado em qualquer um que lhe oferecesse ajuda, ela sabia que nada poderia ser tão fácil como ele insinuava. Mas apesar de tudo, ela não podia deixar de se sentir aliviada ao ver uma ponta de esperança, será que ela realmente poderia parar de fugir? Ou essa seria só mais uma tentativa para assassina-la?

Esqueça servir ao seu país, esqueça salvar vidas inocentes, esqueça instalações top de linha, ciência revolucionária e orçamentos ilimitados. Esqueça salário de sete dígitos. Que tal não ser assassinada?

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Autor: Gregg Hurwitz
Editora: Planeta
Páginas: 336
Classificação: 4.5/5 estrelas

Quando garoto, Evan Smoak foi recrutado no orfanato onde vivia para fazer parte de um programa americano ultrassecreto ele foi rebatizado de Órfão X, ele foi treinado para ser um exímio assassino e enviado aos piores lugares do mundo para missões que ninguém mais conseguia executar. Depois de longos anos de atividade, Evan deixa o programa e usa as habilidades de agente secreto para “desaparecer” e viver para um único propósito, agora sob o codinome de “Homem de lugar nenhum”: salvar e proteger pessoas pobres e indefesas como ele havia sido. No entanto, seu passado de matador sangrento passará a assombrá-lo e também a seus protegidos. Alguém tão bem treinado quanto ele – talvez um ex-colega de programa? Está na sua cola, para tentar eliminá-lo.

Trate a si mesmo como se fosse alguém que é sua responsabilidade de ajudar.

Eu esperava que fosse uma leitura emocionante e foi, mas nunca esperei que fosse tão engraçado. Evan Smoak pode ser um assassino, mas ele não é um assassino de coração frio. Ele vive para ajudar as pessoas com problemas que precisam ser resolvidos.
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Autora: Ransom Riggs
Editora: Intrínseca
Páginas: 384
Classificação: 5/5 estrelas

Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem então rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.

Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.

Ao contrário de várias séries que caiem na maldição do segundo livro, Ransom Riggs eleva sua obra a outro nível. A sequência da trilogia Orfanato da Srta Peregrine começa exatamente a partir do ponto em que o primeiro terminou. A surreal saga das crianças peculiares finalmente teve a sua vez no Brasil, ostentando uma edição luxuosa de capa dura, publicada pela editora Intrínseca.

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Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras  
Páginas:
 400 
Classificação:
 5/5 estrelas

Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos. Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia.

Não é por acaso que Stephen King é considerado o Rei do Terror. Esse simpático senhor é autor de nada menos do que dezenas e dezenas de histórias do gênero, entre outros, como suspense e drama. Mas com Mr. Mercedes, King decidiu quebrar duas de suas raízes de construção: dividiu sua história em uma trilogia e abriu mão do sobrenatural, o que aconteceu em raras ocasiões. Lançado recentemente pela Suma de Letras, o livro mexe ainda mais com o leitor pelo sabor de realidade que proporciona. Mesmo com diversos seres fantásticos que o nosso imaginário construiu como objetos de horror, ainda é de nossos próprios semelhantes que sentimos mais medo. O ser humano, armado constantemente de rótulos e comportamentos privados, sempre será uma caixinha de surpresa, por isso Mr. Mercedes nos causa uma sensação de vertigem.

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Autora: J.A. Redmerski
Editora: Suma de Letras  
Páginas:
 248 
Classificação:
 4/5 estrelas

Esse livro é o terceiro da série Na Companhia de Assassinos, e ainda que você possa lê-lo sem ler os anteriores, indico fortemente que não faça isso.

Em O Cisne e o Chacal vamos mergulhar fundo na história de Fredrik Gustavsson e a caçada que inicia para encontrar, e matar, sua esposa, Seraphina, a mulher que ele mais amou na vida — o que só fez sua traição ainda pior.

Meu belo cisnei. Minha salvadora e minha perdição.

E a única pessoa que pode levá-lo diretamente à ela é Cassia, uma doce e inocente garota que pode ser a chave de tudo. Mas Cassia está ferida após escapar de um incêndio, e não se lembra de nada. Fredrik não tem escolha a não ser manter a mulher por perto, porém, depois de um ano convivendo com seu jeito delicado e piedoso, ele se descobre em uma batalha interna entre o que sente por Seraphina e o que sente por Cassia. Porque ele sabe que, para manter o amor de uma, a outra deve morrer.

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Autora: Colleen Hoover e Tarryn Fisher
Editora:  Hoover Ink
Páginas: 90
Classificação: 2/5 estrelas

Nesse volume, Silas e Charlie estão mais próximos de resolver o enigma em volta do motivo de perderem a memória repetidamente. Após acordar, Charlie mais uma vez não faz a mínima ideia de quem é. Porém, dessa vez, Silas não perdeu a memória dos últimos dois dias. Qual seria o motivo? O que ele fez diferente de Charlie que o levou a isso?

O primeiro pensamento de Silas é não contar essa novidade a Charlie para não assustá-la, mas seria essa a decisão correta a se tomar? No pouco tempo que lhes restam, ambos procuram com unhas e dentes a resolução do mistério que lhes acercam.

“Quem quer passar o resto da vida sem saber quem é?”

“Eu poderia passar todos os dias conhecendo você novamente, Charlie, e eu não ficaria cansado disso.”

Depois de cerca de oito meses do lançamento da parte dois, finalmente a nossa ansiedade acabou e temos em mãos a terceira e última parte da série. Porém, após tanto tempo esperando, confesso que foi um pouco difícil me recordar dos pequenos detalhes da história de Silas e Charlie. Mas aos poucos eu consegui me lembrar e o que restou foi a expectativa do que seria o tão aguardado final dessa série incrível.

Porém, em 92 páginas, as autoras Colleen Hoover e Tarryn Fisher conseguiram acabar com a série que estava se tornando uma de minhas preferidas. O enredo que elas criaram era muito bom. A forma como escreveram o mistério e descreveram o passado dos personagens foi espetacular. Mas, ao verem toda a expectativa criada nos fãs, elas ficaram sem ideias (uma que realmente valesse a pena) para a resolução do livro.

Não podemos mudar quem fomos no passado, Charlie. Mas podemos controlar quem somos no presente.

Não me entendam mal, de certa forma, Never Never: Part Three, até que foi bonitinho. Mas, não foi AQUELE FINAL que tanto esperei. Não sei dizer se alguém, ao ler as três partes de uma vez e sem ter tanta expectativa quanto todos nós tivemos, vai conseguir ter um conceito maior sobre o final, mas eu sei que eu e mais tantos outros leitores ficamos muito decepcionados.

Por incrível que pareça, ainda consegui tirar algum proveito do livro. Bom, os personagens amadureceram com tanto que passaram; Colleen e Tarryn tentaram nos mostrar a força do amor na vida das pessoas; e na última página ainda consegui soltar uma risada, com algo bem cômico que as autoras decidiram colocar lá. Mas, tirando isso, Never Never: Part Three foi uma completa decepção.

Nós queremos encontrar alguém que acredite em nós. Que tomará nosso lado e nos fará sentir menos sozinhos.


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