Romance

Autora: Elle Kennedy
Editora: Paralela
Páginas:
279
Classificação:
3.5/5 estrelas

Os bonitões e conquistadores jogadores de hóquei Garrret, Logan, Dean e Tucker estão de volta nesse segundo livro da série Amores Improváveis, sequência de O Acordo. Agora, a trama é protagonizada por Logan.

Com 21 anos, filhos de pais divorciados, Logan está no último ano de faculdade e está numa dúvida cruel do que fazer quando se formar. Ele é o típico garanhão, arrasador de corações, e está tão perdido em sua vida pessoal quanto profissional. Até conhecer Grace…

Grace é uma garota de 19 anos, também filha de pais divorciados, caloura na Briar e divide o alojamento da faculdade com Ramon, sua amiga de infância. Sempre certinha e careta, Grace está cansada de ser boazinha e cautelosa. Ela decidiu que precisa de novas amizades, experimentar novas atitudes e novos relacionamentos, e a melhor ferramenta para fazer isso acontecer é Logan.

“…estou muito nervosa. Ele é John Logan, um dos caras mais populares da Briar. Eu sou Grace Ivers, uma das milhares de meninas a fim dele.

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Autora: Morgan Rhodes
Editora: Seguinte
Páginas: 440
Classificação: 5/5 estrelas

Maré Congelada começa exatamente a partir do ponto em que Primavera Rebelde termina, mas de uma forma ou de outra irei evitar spoilers para não estragar a surpresa de quem já leu. Devo dizer que estou muito contente com a autora, Morgan Rhodes. A saga se tornou mais uma das queridinhas de minha coleção. Fiquei com um pé atrás quando ela resolveu estender sua trilogia para quatro e, logo em seguida, seis livros, chegando a me preocupar de que cometesse os mesmos erros de Sarah J. Maas com Trono de Vidro, que embora eu não consiga largar por amar os personagens se perdeu muito em seu caminho de enrolações desnecessárias e reviravoltas amorosas forçadas. Felizmente Rhodes não perdeu a mão na sua escrita e entregou mais uma vez um livro maravilhoso que é mais do que uma simples fantasia para jovens adultos.
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Autora: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Páginas:
392
Classificação:
4.5/5 estrelas

Todos acreditam conhecer Libby, para eles ela é só aquela garota que chegou a ser a adolescente mais gorda dos Estados unidos, aquela que precisou ser resgatada dentro da própria casa por não conseguir passar pela porta, aquela com o pai desajustado que não prestou atenção no quanto a filha comia e a deixou chegar ao peso de 296 quilos. Mas ninguém sabe o real motivo da Libby se deixar chegar nesse estado, e depois de passar dois anos dentro de casa, Libby decide que é finalmente hora de voltar a viver. Está pronta para voltar para o colégio, pronta para o amor e pra qualquer possibilidade que a vida oferecer.

Há três anos, eu era a adolescente mais gorda dos Estados Unidos. Cheguei a pesar 296 quilos, o que significa que eu estava mais ou menos 226 quilos acima do peso. (…) Perdi 136 quilos. Duas pessoas inteiras. Ainda preciso perder outros noventa, mas tudo bem.

Para todos que o conhecem, Jack é só mais um adolescente normal, tem namorada, amigos e uma inteligência acima da média. Porém tem um detalhe sobre ele que o diferencia de todos os outros: ele tem prosopagnosia, uma doença neurológica que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando olha para alguém, ele consegue ver o rosto, consegue lembrar que tal pessoa tem o cabelo escuro, a pele clara, um nariz grande ou uma orelha pontuda, porém tudo é um quebra-cabeças onde ele não consegue “juntar os pedaços”. Ele é obrigado a gravar essas pequenas características das pessoas para conseguir diferencia-las na multidão. E ele nunca contou sobre isso para ninguém, sempre lidou sozinho com essa dificuldade.

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Autor: Anna Fresu
Páginas: 66
Classificação:
3.5/5 estrelas

Olhar além é uma coleção de contos de Anna Fresu –- diretora, autora, atriz de teatro, tradutora e estudiosa de literatura africana. Composta por 15 contos, narra a história de pessoas que por certo período de tempo foram felizes e tiveram essa felicidade tirada de suas mãos. Nem sempre a vida é fácil e Anna deixou isso bem claro em sua escrita.

Em procura de um sorriso.

Dentre os contos, os que mais se destacaram foi Xiluva, que envolve a personagem que dá nome ao conto, abandonada e deixada com quase nada e, decidida a não deixar seu filho passar fome, é obrigada a aceitar qualquer forma de ganhar dinheiro – lê-se prostituição; Já em O Poeta, o personagem, real, é obrigado a ficar sem fazer o que mais gosta por ser considerado um “autor perigoso”. Isso não lembra alguns governos por aí que proíbem certas coisas porque na opinião deles serem “extremistas”?

Sequestro, assassinato, traumas e traição são só alguns dos temas que encontramos nessa coletânea. Anna Fresu escreveu diversos contos que possuem um tema atual e uma narrativa fascinante. “O que acontecerá? Quero saber mais!” São algumas das frases que não sairão de sua mente após cada capítulo.

A narração é feita em sua maioria em terceira pessoa, e, vez ou outra, em primeira pessoa. Em alguns capítulos encontramos crônicas também. E, segundo o posfácio, os últimos contos assemelham-se a vida da autora.

Um aspecto que complicou um pouco o desenrolar da leitura foi a escrita e o ritmo de Olhar Além, diferentes do que estou acostumada, mas, após alguns contos, rapidamente terminei sua leitura, visto que, o livro tem pouquíssimas páginas. Também fiquei com uma pulga atrás da orelha devido ao tamanho dos capítulos, acredito que poderiam ser um pouquinho maiores. Amei o enredo de cada um, mas gostaria de me aprofundar um pouco mais neles. Bom, resta apenas ficar na torcida para que a autora decida lançar um livro solo de algum deles. Já pensou que alegria?

 


Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas:
368
Classificação:
 4.5/5 estrelas

Imperfeitos narra uma história futurística onde a pessoa que cometer algum tipo de erro é julgada e marcada com um “I”, de imperfeito, em alguma parte do corpo (variando de acordo com o erro cometido). Depois de marcada e tachada como imperfeita, a pessoa é discriminada e vive como um “cidadão de segunda classe”, ou seja, ela tem outras regras a cumprir e sua vida é muito mais complicada do que ela jamais imaginaria.

Celestine North é simplesmente perfeita. Ela é um exemplo para todos ao seu redor. Ela namora com Art Crevan – filho do principal juiz do tribunal. Mas, tudo muda quando ela se depara com uma cena chocante: um idoso imperfeito está morrendo e ninguém cede o lugar para ele no ônibus – visto que jamais alguém ajudaria um imperfeito. E ela se pergunta, o que deveria fazer? Qual seria atitude correta? Continuar sendo “perfeita” e seguir as leis? Ou ajudar um imperfeito a não morrer e se tornar imperfeita? A sua decisão frente a essa situação levará a sua vida a um rumo que ela jamais imaginaria.

Sou uma menina de definições, de lógica, de preto no branco. Lembre-se disso.

Uau! Esse livro foi uma completa surpresa para mim. Ao escolher lê-lo imaginei que fosse mais um romance de Cecelia Ahern. Depois de iniciar a leitura percebi que na verdade se tratava de uma distopia. Bom, em minha opinião, essa é uma distopia diferente das que eu já li, porém, eu não sou nenhuma expert no assunto (vamos ter que esperar a senhorita Gabrielle se pronunciar).

O conhecimento é geralmente uma responsabilidade que ninguém quer.

Com uma narração em primeira pessoa pela própria Celestine, adentramos de cabeça na mente de uma personagem que muda da água para o vinho em questão de semanas. E isso foi uma das coisas que mais me admirou nesse livro: a capacidade de amadurecimento dos personagens. Eu, no lugar deles, jamais teria tanta coragem e disponibilidade para mudar. Durante a leitura, posso falar vocês com toda sinceridade que eu me emocionei como não fazia a um bom tempo. Ahern usou uma narrativa profunda que me arrebatou para dentro da história.

Foi o momento mais perfeito da minha vida.
Foi o último momento perfeito da minha vida.

Além disso, gostei de ver o papel da família de Celestine, e realmente consegui enxergar uma família comum. Também há corrupção no governo – como já bem conhecemos. E personagens como Art e Carrick. Qual será o futuro deles? Eu não faço a mínima ideia. Ainda não havia comentado, mas quando eu estava chegando mais ou menos na metade do livro, descobri que Imperfeitos é o primeiro livro da série Flawed. Então já me preparei psicologicamente para esperar para descobrir o que acontecerá com meus novos personagens preferidos.


Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Páginas:
368
Classificação:
5/5 estrelas

Lincoln é funcionário da área de TI de um jornal, e sua função, dentre outras coisas, é monitorar um programa que filtra e-mails que fugiriam da política da empresa, isso ainda na virada do ano entre 1999 para o 2000. Através desses e-mails ele conhece duas amigas, que sempre caem no filtro de conversas indevidas, mas Lincoln desde o início não vê problemas nas conversas das duas amigas, que falam mais da vida pessoal, problemas no relacionamento, caras fofos da empresa, família, do que do trabalho em si.

As amigas em questão são Jennifer, uma revisora, casada e que passa por uma pressão do seu marido para engravidar, algo que a coloca em um dilema. E Beth, uma resenhista de filmes o trabalho dos meus sonhos para o jornal, que possui um relacionamento estável com Chris, um rockeiro de uma banda de sucesso local, e aparentemente está feliz com a vida que leva.

O que é interessante, é que o leitor consegue construir uma personalidade para cada uma delas usando só conversas por e-mail, algo que é difícil de se fazer, já vi outros livros contados por e-mail onde ao chegar no final você não conseguia construir aquele personagem como uma pessoa real, aqui não, Rainbow consegue trazer as amigas a vida.

<> Acho que estou grávida.
<> O que? Por que você acha que está grávida?
<> Eu tomei três drinques sábado passado
<> Acho que precisamos ter uma conversa sobra a cegonha. Não é exatamente assim que acontece.

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