2 estrelas

Autora: Muriel Barbery
Editora: Companhia das Letras
Páginas:
270
Classificação:
2.5/5 estrelas

Eu não conheço o outro livro (muito aclamado, diga-se de passagem) da autora Muriel Barbery, A elegância do ouriço, mas por todos os lados que eu pesquisei sobre ela o que aparecia eram elogios a ele… e críticas a A vida dos elfos. Como decidi ler esse livro num impulso, só fui pesquisar depois de já estar com ele, e provavelmente não o teria escolhido se não tivesse sido assim. Mas não é um livro que eu me arrependa de ler, o que é um indicativo de que nem sempre devemos seguir o que os outros dizem, não é?

Não conheciam nenhum adulto que soubesse tocar assim aquele prelúdio, porque aquela criança tocava com uma tristeza e uma dor de criança, mas uma lentidão e uma perfeição de homem maduro, quando ninguém, entre os adultos, conseguia mais alcançar o encantamento do que é jovem e velho ao mesmo tempo.

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Autora: K.A. Robinson
Editora: Intrínseca
Páginas:
288
Classificação:
2.5/5 estrelas

Linda capa, um plot desejável, e uma autora de peso. Cicatrizes tinha tudo para vingar, mas não foi longe. Na verdade, nem chegou perto das minhas expectativas, que nem eram assim tão grandes. E, meu amigo, se você detesta triângulos já te aviso para fugir para as masmorras.

A trama gira em torno de Chloe, que foge para a universidade de West Virginia ao lado de seus melhores amigos em busca de um recomeço, mas é lá que sua vida dá uma louca guinada quando ela entra no caminho de Drake, vocalista de uma banda que tem todo aquele ar de badboy, e que está bem longe da zona de conforto de Chloe. E quando seu melhor amigo declara seu amor por ela, Chloe decide que o seguro é o caminho mais fácil a seguir, mas deixar Drake para trás está longe de ser uma tarefa fácil.

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Autora: Audrey Carlan
Editora: Verus
Páginas:
 144
Classificação:
 2.5/5 estrelas

Depois de todo o burburinho gerado com o lançamento de A Garota do Calendário, tanto no Brasil quanto no exterior, o bichinho da curiosidade me mordeu e eu decidi dar uma chance ao livro e ver se era tudo isso mesmo. E bem, depois de ler, já posso dizer que não é essa coca-cola toda.

O amor verdadeiro não existe.

Na trama conhecemos a belissima Mia, com 25 anos e desesperada para pagar uma divida enorme contraída por seu pai, nada menos do que um milhão de dólares. Sem saída, ela decide aceitar o emprego de acompanhante de luxo, onde a cada mês ela receberá 100 mil dólares de diferentes homens – e então surge o nome de Garota Calendário, todo mês um homem diferente.

Mesmo vestida como uma Barbie, interpretando o papel de uma acompanhante-troféu, eu ainda sou Mia Saunders. A garota que criou a irmã desde que ela tinha cinco anos, que cuidou de si mesma e que iria salvar a vida do pai…mais uma vez. E eu esperava que fosse a última.

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Autora: Claudia Gray
Editora: Agir Now
Páginas:
 288
Classificação:
2.5/5 estrelas

Mil Pedaços de Você conta a história de Marguerite Caine, uma adolescente que sempre foi cercada por teorias cientificas. Família? Os pais são físicos brilhantes. Sua mãe então consegue inventar uma peça chamada Firebird. O que ela faz? Simplesmente te leva a outras dimensões paralelas. No mundo desse livro, existe diversas dimensões –- uma para cada escolha diferente que alguém pode fazer.

Quando o seu pai é assassinado, todas as evidências apontam que seu doce Paul – o primeiro cara por quem ela talvez estivesse se apaixonando – foi quem cometeu tal crime. Para desvendar tal mistério e fazer vingança ao nome do seu pai, ela e Theo programam os seus Firebirds para seguir Paul em cada dimensão que ele pular. Em cada dimensão, Marguerite tem uma vida diferente e ela vai aprendendo cada vez um pouquinho sobre si mesma. Mas será que ela está pronta para os segredos que essa viagem a revelará?

Eu amo Claudia Gray desde que li seus livros da série Noite Eterna –- um dos meus primeiros vícios no mundo literário –, e eu não podia esperar para ler sua nova obra. Porém, Mil Pedaços de Você se mostrou um livro diferente daqueles que eu li na adolescência.

Estou aqui agora. Não vou deixar você.

Para começar, Claudia escolheu ambientar sua nova série em um mundo onde por meio da ciência é possível encontrar outras dimensões com realidades diferentes do que os personagens estão habituados – o que eu achei fascinante, apenas ficou faltando uma explicação mais reforçada.

A narração é feita em primeira pessoa por Marguerite. E vamos combinar, que mocinha mais induzível. Ao descobrir que seu pai foi assassinado e evidências que apontam para Paul – o cara que ela tanto ama –, o que ela faz? Logo de cara acredita. Capítulos a frente, ela continua se entregando a quem a convencer de que é o certo. Isso sinceramente é bem chato.

Além disso, o que eu achei estranho foi ela praticamente não ter diálogos com a irmã dela. Às vezes nem me lembrava que ela tinha uma. Marguerite simplesmente abandonou sua mãe e sua irmã em um momento difícil para ir atrás de algo que nem sequer tinha tanta certeza. E o que foi difícil de engolir, justamente a Marguerite, que estamos falando, tinha que ser “a especial” do livro. O motivo? Nem eu entendi. A autora poderia procurar diversificar um pouco na questão de ser especial e diferente. Na maioria das vezes é a personagem principal e ninguém entende o porquê.

Você estava em perigo… Eu tinha que fazer o possível para protegê-la. – Ele procura meu olhar. – Os riscos não importam. Você importa.

Eu fiquei esperando pela grande surpresa que teríamos, como Claudia tanto fez na série que eu amava, mas isso não aconteceu. Tudo foi seguindo um rumo que foi difícil se interessar. O que acaba me trazendo à mente: qual seria o assunto do próximo volume? Quem sabe Claudia consiga dar a volta por cima e fazer um livro melhor, não é mesmo? Só nos resta esperar. Mas ainda assim Mil Pedaços de Você é uma leitura válida para um passatempo, mas no fim foi só mais um livro que poderia ser, mas não foi tão bom.

As pessoas dizem que o tempo cura (…). O que as pessoas querem dizer é que, eventualmente, você vai se acostumar com a dor. Vai se esquecer de quem era antes dela, da sua aparência antes das cicatrizes.


Autora: E.L. James
Editora: Intrínseca
Páginas:
 524
Classificação:
2/5 estrelas

Para os fãs de Cinquenta Tons de Cinza, devo informar que vocês provavelmente vão me odiar, mas eu preciso ser sincera quanto ao novo livro da E.L. James. Leiam por sua conta e risco, pois não tem como defender algo tão repetitivo assim. Se não bastava o primeiro livro, agora temos ele novamente em uma versão mais dark.

Eu quero muito dela: sua confiança, sua obediência, sua submissão. Eu quero que ela seja minha, mas agora… Eu sou dela.

Grey, o mais novo livro da série, traz a história original pela mente do Christian Grey, um dominador que acaba se encantando pela virginal Anastasia Steele. Deixamos a deusa interior da mocinha e vamos entrar de cabeça (ou quase isso) no lado psico do rapaz.

É difícil dizer o que E.L. James pretendia com esse livro. Talvez assustar os seus leitores? Ou será que ela queria tentar justificar todos os atos que Grey durante os três livros? Não sei ao certo a ideia dela, mas posso dizer que errou e feio em qualquer uma delas. O livro é arrastado. O senhor dominador pode até não ter uma deusa interior, mas ele age como se tivesse. Em vários momentos, em seus pensamentos, a gente fica esperando que ele traga uma flor e faça um duplo twist carpado.

Eu não posso acreditar que ela disse isso! Ironicamente, até a minha própria família não perguntaria isso. Como ela ousa! Eu tenho uma vontade súbita de arrastá-la para fora do seu assento, prendê-la sob meu joelho, espancá-la, e depois transar com ela sobre a minha mesa com suas mãos amarradas atrás das costas. Isso iria responder a sua pergunta ridícula.

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Autora: Rachel Joyce
Editora: Suma de Letras
Páginas:
 304
Classificação:
2.5/5 estrelas

Quando a editora Suma de Letras divulgou que lançaria este livro, logo ele foi parar na minha lista de próximas leituras, não só porque a sinopse me atraía em muitos aspectos mas também porque eu ansiava conhecer a escrita de Rachel, também autora de A improvável jornada de Harold Fry.

— Ninguém sabe como ser normal, Jim. Estamos todos tentando o melhor que podemos.

Em Operação Perfeito, vamos acompanhar as histórias de Byron Hemming e Jim; O que apenas dois segundos podem mudar na sua vida? Byron descobrirá que podem mudar tudo. Vivendo uma vida perfeita, Byron e sua mãe acabam se envolvendo em um trágico acidente em que sua mãe prefere fingir de que nada aconteceu e levar os dias normalmente, mantendo as aparências. Mas Byron acaba se juntando à James na Operação Perfeito, com vários planos para descobrir o que realmente aconteceu e tentar consertar o erro.

Em contra partida, também nos envolvemos com a vida de Jim. Com um passado obscuro, ele já foi internado em uma clínica psiquiátrica e não sabemos bem quais são seus problemas ou o que pode ter traumatizado ele de tal maneira. Hoje Jim é uma pessoa mentalmente instável, detesta socializar, mas  é obrigado a trabalhar e lidar com pessoas. Mas é no trabalho que ele conhece Eileen, uma mulher totalmente fora do comum e que conseguirá tirá-lo da sua zona de conforto.

Ele soube que algo terrível tinha acontecido e que a vida jamais seria a mesma. Soube antes mesmo de compreender a situação.

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