Adaptações

Foi divulgado que a Syfy  comprou os direitos de  adaptação da saga Harper Connelly Mysteries de  Charlaine Harris e já iniciou um projeto para transformá-la em uma série de tevê intitulada Grave Sight. A saga, lançada em 2005 nos Estados Unidos, é sobre uma jovem atingida por um raio quando adolescente. Agora, com 20 anos, ela detecta memórias e localiza pessoas mortas. Na adaptação da Syfy, Connelly, junto ao seu meio irmão, Tolliver Lang, tentam encontrar uma garota desaparecida mas acabam descobrindo uma rede de mentiras e assassinatos ao longo de suas buscas na pequena cidade de Ozarks.

Kam Miller (Law and Order: SVU) está escrevendo o piloto e desenvolvendo a série dramática junto à Universal Cable Productions. Anteriormente, a CBS estaria desenvolvendo a adaptação mas houve boatos em alguns fóruns de leitores e fãs das sagas de Harris que a Syfy teria angariado os direitos primeiro.

No Brasil, a editora Lua de Papel já publicou os dois primeiros volumes da saga, Visão do AlémSurpresa do Além, respectivamente.


As autoras peso pesado Cassandra Clare e Holly Black,  que escreveram as sagas  Instrumentos Mortais e Crônicas de Spiderwick, respectivamente, juntaram-se para escrever uma saga de cinco livros sobre um garoto de doze anos em uma viagem mágica de auto descoberta. A mesma será lançada ao longo dos próximos anos através da editora Scholastic. O sucesso que essa saga vai gerar é óbvio, sejamos sinceros, e a Constantin Films, nada boba, já comprou os direitos de adaptação, os mesmo produtores responsáveis pela adaptação de Instrumentos Mortais.

Eu me sinto incrivelmente afortunada por trabalhar com a Constantin em um segundo projeto,” disse Cassie para o Hollywood Crush via email. “Eles realmente fazem outras coisas e me incluem em tudo. Estou tão excitada, eles amaram a história. E Holly gostaria de dizer que está emocionada por ter tido uma resposta tão grande da editora e dos que juntaram-se a esse projeto, e ela mal pode esperar para ver o filme.

O primeiro volume da saga, The Iron Trial, está previsto para ser lançado em 2014. E como o anúncio é recente, há pouco informação sobre o enredo mas que segundo as informações, envolve um garoto chamado Callum Hunt que cresceu com medo de mágicos—quem pode ou não estar se tornando um deles.


Surpresa, surpresa! Mais um romance distópico será adaptado para as telonas.   Dessa vez,  o escolhido foi o primeiro volume da saga Blood of Eden, The Immortal Rules, de Julie Kagawa, autora que conquistou fãs ao redor do mundo com a saga Os Encantados do Ferro, lançada no Brasil através da Underworld. O primeiro volume será lançado na próxima semana mas a Palomar Pictures não esperou o acontecimento para divulgar que comprou os direitos de adaptação, para alegria dos fãs e leitores. A saga nos apresenta um mundo devastado por um vírus que dizimou a humanidade e criou os vampiros. A previsão de lançamento é para 24 de abril.Confira a capa:

Você vai matar. A única questão é quando.

Nos dias sombrios que se seguiram depois que o vírus Red Lung dizimou a população humana, vampiros emergiram para governar as cidades em ruínas e subúrbios. Os vulgos Príncipes diminuíram os humanos na escala mais baixa do rank: seus “bichos de estimação”. Em troca de trabalho, lealdade e, claro, seu sangue, estes animais registrados, com comida e abrigo, são permitidos viverem.

Os seres humanos não registrados estão à margem, lutando pela sobrevivência. Allison Sekemoto e seus companheiros Não Registrados estão sendo caçados, não somente por vampiros, mas também por raivosos, o resultado profano da Red Lung-vampiros infectados que se alimentam de humanos descuidados. Uma noite, Allie é atacada por um bando de raivosos, e salva por um improvável herói… e torna-se vampira.

Desconfortável em sua pele de morta-viva, Allie cai nas mãos de um grupo desorganizado de seres humanos que procuram uma cura, ou curas: para a Raiva e para o Vampirismo. Ela está passando-se como ser humana… por enquanto. Mas a fome está crescendo e não pode ser negada. Não por amizade, nem mesmo por amor.


A saga Diário de Um Banana cada vez conquista mais pessoas, seja pelos livros ou por suas adaptações ao cinema, onde o terceiro filme da franquia, Dog Days, sai em agosto nos Estados Unidos. Em números, o lançamento do sexto volume no exterior vendeu 6 milhões de cópias em sua primeira publicação e sem dúvida alguma o lançamento do sétimo, Diary of a Wimpy Kid: Love is in the Air, previsto para 13 de novembro, será ainda maior. O Entertainment Weekly entrevistou Jeff Kinney sobre esse mais novo livro, confira:

Dá última vez que nos falamos, você falou sobre as próximas fronteiras para Greg: amor e morte. Como você lida com o amor no novo livro?  
É hora de enfrentar o amor na forma Banana. Este livro girará em torno do Dia dos Namorados e do estresse que Greg sente em encontrar alguém para o grande baile. O que realmente me interessa é em como a dinâmica entre melhores amigos mudam quando você introduz um terceiro: uma namorada ou namorado. É realmente repugnante quando seu melhor amigo tem um interesse amoroso. Esse tipo de coisa realmente me diverte, e é igualmente divertido escrever sobre isso.

É agridoce tratar um tema como o amor? Isso não faz sentir como Greg crescendo?
Isso não parece fora da linha para mim porque em meu primeiro volume Greg falou sobre as garotas, agora só estou tomando um passo além. Mas não acho que meus personagens estão envelhecendo. De fato, no quinto livro tomei essa decisão de uma vez por todas. Usei a puberdade como uma metáfora para o fato de que Greg é um personagem de desenho animado e não pode ficar mais velho. Ele está realmente frustado nesse livro pois seus amigos estão desenvolvendo-se fisicamente e seguindo em frente na adolescência e ele está preso e não consegue descobrir a razão, e a razão é que ele é um personagem desenhado—ele não sabe que ele não consegue ficar mais velho. Então sinto que é fácil eu voltar e repor coisas. Não sinto que estou seguindo em frente com os personagens.

Isso é tão meta (auto explicativo)
É a única coisa inteligente que você vai me ouvir dizer. [Risos]

O interesse amoroso de Greg é alguém que já conhecemos?
Você sabe, Greg está aberto a todas as possibilidades. Ele é um namorado em potencial. Ele só quer ter certeza de ter um encontro, e não acho que ele está muito preocupado em quem esse encontro pode ser. Uma coisa que sempre fiz nos livros é tornar claro que Greg não entende as meninas. Na verdade, isso se reflete na maneira que ele chama-as na medida em que todas parecem semelhantes para ele. Portanto, esse livro é, no mínimo, uma exploração para entender garotas.


Foi divulgado hoje uma prévia do pôster nacional de  A Hospedeira, adaptação do romance homônimo de Stephenie Meyer. Dirigido por Andrew Niccol, o longa tem estreia marcada para 29 de março de 2013.

A atriz irlandesa Saoirse Ronan interpretará Melanie, uma entre os últimos humanos restantes no planeta após a invasão. Porém uma ‘alma’ chamada Wanderer (no Brasil, o nome é Peregrina) assume o controle do corpo mas não totalmente, ao ponto de que um sentimento remanescente, o amor por Jared, interpretado por Max Irons, muda tudo.

Meyer é uma das produtoras do filme, mas para quem leu, sabe que os vampiros e lobisomens passam longe dessa adaptação. O segundo e terceiro livros da saga, The SoulThe Seeker, respectivamente, estão sem previsão de lançamento.

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Mais notícias sobre a saga:[/box_dark]

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Desde que foi anunciado que Antes Que Eu Vá, de Lauren Oliver,   seria adaptado para os cinemas, vamos confessar que está todo mundo louco para saber quem será o diretor e o elenco, claro. Para quem não leu ou não se lembra do livro, nele conhecemos Sam, uma garota com a vida perfeita até morrer mas contra tudo o que ela acreditava, não é a luz celestial que vê após sua morte, e sim um novo dia. Agora, lhe é dada a chance de fazer tudo novamente, o que pode ser tanto uma maldição quanto um presente. É um livro maravilhoso, em minha opinião.

E o diretor desse amado livro será… ou melhor, a diretora provavelmente será Gina Prince-Blythewood (A Vida Secreta das Abelhas). Provavelmente, digo, porque nada está assinado ainda. E segundo os boatos, Gina quer um novo roteiro antes de começar as negociações. Mas não deixa de ser uma boa notícia que a adaptação está andando. E, claro, está muito cedo para dizer algo sobre o elenco. Eu sinceramente não tenho favoritos para o elenco, só estou ansiosa por notícias e vocês?

Agora, voltando aos livros, no Brasil a editora Intrínseca anda lançando os livros da autora, sendo que foi a responsável pela publicação de  Antes Que Eu Vá e também pela primeiro volume da saga homônimo da saga Delírio, recentemente lançado. Conheça um pouco desses lançamentos:

Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento. Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder. … Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente. O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as consequências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?


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